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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

As 10 armas mais TOP do mundo!!

10 - Heckler e Koch HK MG4 MG 43 Machine Gun


Fonte: http://top10mais.org/top-10-armas-mais-perigosas-mundo/#ixzz4ZYwgRqpw

Esta é uma metralhadora leve com polia, e calibre 5,56 mm, com projeção pela empresa alemã Heckler e Koch. O alcance efetivo é em torno de 1000 m, com destaque para sua confiabilidade e letalidade. A arma é projetada de maneira que é leve, com função de confiança em circunstâncias adversas, gerando maior segurança para usuário.




Heckler e Koch HK416



Este é um rifle de assalto, com projeção também pela Heckler e Koch, alemã. É gradação da M4 americana, com calibre de 5,56 mm, e alcance de 600 m. É considerado o melhor rifle com desenvolvimento pelos alemães, de curto pistão stroke, sendo uma das armas mais letais pelo mercado.


Accuracy International AS50 Sniper Rifle



Trata-se de arma direcionada ao atirador de elite ou rifle anti material, com desenvolvimento britânico. A arma é considerada letal absoluta, permitindo aos usuários, captura de alvos a longa distância com alta pressão, utilizando munição explosiva ou incendiária.
O calibre é 12,7 mm, com alcance de 1800 m. O destaque é também pelo peso, de 14,1 kg, com armazenamento de 5 rodadas de 0,50 BMG em apenas uma pilha.



F2000 Assault Rifle



O desenvolvimento da arma é pela empresa FN Herstal da Bélgica, e é operada a gás, totalmente automático. E apresenta 2 conjuntos principais com um fuste removível pela frente do gatilho; há um calibre de 5,56 mm, com alcance efetivo de 500 m, e capacidade de 850 tiros por minuto.


MG3 Machine Gun



Esta arma é metralhadora de utilização geral, com fabricação alemã. O calibre é de 7,62 mm, de alcance efetivo de 1200 m, e cadência de tiro de 1000-1300 tiros por minuto, compondo uma arma com pouco vibração e alta precisão.


XM307 ACSW Advanced Heavy Machine Gun



É uma metralhadora de granadas projetado pelo exército norte-americano, e capacidade de escudo inteligente. Esta arma é considerada leve, com operação por 2 homens, popular pela capacidade de alcance expressivo e eficaz de 2 km.
A taxa de disparo se resume a 260 tiros por minuto, podendo matar seres humanos em 2000 m, e destruir veículos, embarcações a 1000 m e ainda helicópteros.


Kalashnikov AK-47 Assault Rifle



Trata-se de espingarda de assalto, com operação a gás, de seletivo-fogo, produzido e projetado por Mikhail Kalashnikov. É considerada de fácil utilização, barata e a disponibilidade a posiciona como um dos fuzis mais populares e muito usada pelo mundo, mesmo após 6 gerações. Essa arma já foi encontrada varias vezes em apreensão na favelas do Rio de Janeiro. É um simbolo de poder e status para eles, fruto de contrabando vindo dos países vizinhos.


fUzi Submachine Gun



Esta arma é utilizada como de defesa pessoal pelos oficiais, como arma de primeira linha por forças de assalto, pelo tamanho e eficácia. É considerada muito letal, de forma independente ao tamanho pequeno e calibre.


Thompson M1921 Submachine Gun


Esta metralhadora americana teve invenção por John T. Thompson, no ano 1919, e foi preferida por policiais, soldados, civis e criminosos pelo grande calibre, confiabilidade, densidade, alto volume de fogo automático e ergonomia. Pela qualidade e habilidade apresentadas, é popular também como item de colecionador.


DSR-Precision DSR 50 Sniper Rifle



Esta é a arma líder na seleção das 10 armas mais perigosas do mundo. Trata-se de um rifle com ferrolho de alvo anti-material, ou seja, ele é capaz de destruir estruturas, veículos, helicópteros, e explosivos com facilidade. Ele é fabricado pela DSR-Precision GmbH, da Alemanha.
Para peças de compartimento de balas extra, há um suporte pela frente que diminui o tempo da recarga. É considerada a arma mais perigosa do mundo, de cano longo de 800 mm, de calibre 7,62×51 mm OTAN, e tem um alcance efetivo de 1500 metros.

Fonte: http://top10mais.org/top-10-armas-mais-perigosas-mundo/#ixzz4ZYygjWiF

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Parabéns aos companheiros que votaram nele.


Fonte: blogdarenata.com



Essa imagem mostra

que não passa de desculpa de vagabundo os que falam que não teve oportunidade na vida, por isso entrou para o mundo do crime. Aí está um garoto que trabalha na rua e estuda ao mesmo tempo, esse vai vencer na vida se Deus quiser.

Fonte: blogdarenata.com


Dilma Rousseff: 'Não descarto uma candidatura a senadora ou deputada'


Destituída em 2016 pelo Congresso, sob a acusação de maquiar as contas públicas, a ex-presidente de esquerda passa seus dias em Porto Alegre

Dilma Rousseff parece mais relaxada do que quando estava na Presidência do Brasil. Brinca, repassa a apertada lista de conferências que a aguardam na Europa e nos Estados Unidos e, pela primeira vez, fala de seu futuro político. Destituída em 2016 pelo Congresso, sob a acusação de maquiar as contas públicas, a ex-presidente de esquerda passa seus dias em Porto Alegre, onde segue obedientemente sua rotina de exercícios físicos e passeios de bicicleta, e só parece perder a paciência quando é consultada sobre o escândalo de corrupção da Petrobras que atingiu seu governo.

"Eu não serei candidata a presidente da República, se é essa a sua pergunta. Agora, atividade política, nunca vou deixar de fazer (...) Eu não afasto a possibilidade de eu me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada, esses cargos", declarou em uma entrevista exclusiva à AFP realizada na tarde de sexta-feira em Brasília. Apesar do impeachment, Dilma não perdeu seus direitos políticos para ocupar cargos públicos, e pode, portanto, ser candidata a cargos eletivos. Esta decisão, tomada pelo Senado, surpreendeu porque o único precedente que existia apontava para o contrário. O ex-presidente Fernando Collor de Mello renunciou em 1992 durante o impeachment e ficou inabilitado para ocupar cargos públicos durante oito anos.

Aos 69 anos, esta ex-guerrilheira marxista disputou apenas dois cargos eletivos em sua vida: a Presidência, que venceu em 2011, e a reeleição de 2014, ambas pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Questionada sobre como é possível que desconhecesse a monumental rede de subornos que drenou mais de dois bilhões de dólares da Petrobras para financiar campanhas políticas, Dilma abandona o semblante afável que adotou após seu impeachment. "Os processos são extremamente complicados (...) Ninguém no Brasil sabe de todos os processos de corrupção hoje", afirmou.

Primeira mulher a chegar à chefia de Estado do Brasil, Dilma conserva em sua conta do Twitter a frase "presidenta eleita do Brasil". Como o país não concede nenhum tipo de pensão aos seus ex-presidentes, Dilma se mantém financeiramente com os 5.300 reais mensais que recebe de aposentadoria por ter sido funcionária do Estado do Rio Grande do Sul e completa sua renda com o aluguel de quatro apartamentos familiares.

Impeachment

Afilhada política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2002-2010), símbolo de uma esquerda latino-americana que perdeu grande parte de seu crédito pelos escândalos de corrupção, Dilma diz que não costuma ter problemas ao percorrer as ruas do bairro Tristeza, onde vive em Porto Alegre, nem quando viaja ao Rio de Janeiro para visitar sua mãe. Mas, com as lembranças do impeachment ainda frescas na memória do país, afirma não ter garantias, apesar de contar com um guarda-costas. "Nada impede que alguém me agrida", declara.

Entre maio e agosto de 2016, o Brasil viveu um impeachment traumático, cujo ato final ocorreu no Senado, onde Dilma Rousseff se defendeu por mais de 10 horas.Sua queda foi precedida por uma série de acusações de corrupção contra seu partido, que alimentaram grandes protestos nas ruas.

Dilma diz repassar "sistematicamente" os documentos do processo que a retirou do poder e que encerrou um ciclo de mais de 13 anos do PT no governo, substituindo-a por seu vice, o conservador Michel Temer, a quem acusou de liderar um "golpe parlamentar". "As pedras de Brasília e as emas da Alvorada sabiam que eles estavam inventando um motivo para me afastar", afirma, em uma referência ao tempo em que vivia no Palácio da Alvorada, cercado de jardins intermináveis povoados por pássaros. "Foi a chamada justiça do inimigo: não se julga, se destrói", acrescenta.

Lula

Uma pesquisa recente colocou Lula à frente em todos os cenários eleitorais para 2018. Processado em vários casos relacionados ao escândalo na Petrobras, seu futuro é uma incógnita. "Apesar de todo o processo de tentativa de destruição da personalidade, da história e tudo, o Lula continua em primeiro lugar, continua sendo espontaneamente o mais votado", afirma Dilma, para quem há um "segundo golpe" em amadurecimento: criminalizar Lula para impedir que ele seja candidato.

Dilma diz não guardar rancores pessoais contra aqueles que levaram sua destituição adiante, uma atitude que conserva de seus tempos de militância marxista, quando foi capturada e torturada durante a ditadura militar (1964-1985).E isso inclui o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, cérebro por trás do impeachment, atualmente na prisão por um caso de corrupção. "Eu não tenho em relação ao Eduardo Cunha nenhum sentimento de vingança ou qualquer coisa que o valha. Eu não tive em relação ao torturador. Não dou luxo para torturador de ter ódio de torturador, nem tampouco para o Eduardo Cunha", conclui.

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Seleção de policiais da Força Nacional está menos rigorosa


Com proposta de ampliar efetivo, agentes alertam que cursos e testes estão menos rigorosos para que todos sejam aprovados

Brasília – Na noite do último dia 6, o policial militar aposentado Osvaldo Teixeira Conceição, de 54 anos, recém-formado na Força Nacional de Segurança Pública, sentiu-se mal enquanto arrumava as malas para embarcar no ônibus que levaria mais um grupo de agentes para ajudar na contenção da crise na segurança pública que tomou conta do Espírito Santo diante do aquartelamento de policiais militares. Às pressas, foi levado ao Hospital de Base de Brasília – já que os agentes da Força estão sem plano de saúde desde dezembro de 2015 – e morreu na manhã do dia seguinte devido às consequências de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

A notícia pegou todos de surpresa. De acordo com um parente, Osvaldo tinha feito uma série de exames em dezembro e estava em “perfeito estado de saúde”. Na reserva há três anos, o militar de São Paulo, pai de dois filhos, abriu um comércio, terminou a faculdade de direito e havia começado a fazer uma pós-graduação. Diante da sanção da Medida Provisória 755/2016, na qual o governo federal permite que militares da reserva integrem a polícia considerada de elite, Osvaldo viu a oportunidade de voltar a fazer o que gostava. “Ele decidiu ir para a Força Nacional porque ser policial era o que ele amava fazer. Ele estava muito feliz e empolgado”, comenta um familiar. Apesar de ser grata pelo suporte recebido em todos os momentos, a família ainda não compreende o que aconteceu e espera que a morte de Osvaldo sirva de exemplo para que os agentes tenham melhores condições de atendimento de saúde.

A preocupação não é só da família do militar. Agentes mobilizados da Força e especialistas no setor temem que a grande aposta do Plano Nacional de Segurança Pública — elaborado e defendido pelo ministro da Justiça licenciado Alexandre de Moraes, indicado para o Supremo Tribunal Federal — possa destruir o projeto da Força Nacional, criada em 2004 para dar apoio aos estados em momentos de controle da violência. Uma das principais intenções do plano é aumentar o efetivo para 7 mil homens e, para isso, o governo permitiu, por meio da MP 755/16, a inscrição de inativos das policiais militares estaduais, civis, servidores civis e militares das Forças Armadas.

Desde 19 de dezembro, quando a MP foi sancionada pelo presidente Michel Temer, 406 novos homens foram aprovados na Força Nacional e estão sendo enviados para operações no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Nesta semana, mais 355 novos integrantes estarão aptos para integrar o contingente. Destes, 261 são militares estaduais inativos oriundos de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Uma nova turma com 94 militares das Forças Armadas tem previsão de se formar em 31 de março.

De acordo com denúncias de agentes mobilizados da Força Nacional, que preferem não se identificar, o curso de nivelamento dos novos integrantes está sendo realizado em menos tempo que o comum e os testes de aptidão física estão sendo feitos com menos rigor para que eles possam ser aprovados. Segundo eles, em alguns casos, quatro retestes chegaram a ser realizados. “A utilização de militares da reserva, especialmente das Forças Armadas, é promover um enfraquecimento da Força, que é uma tropa especializada. Prepará-los em um curso de três semanas é um desrespeito”, comenta um policial, ressaltando a ausência de um plano de saúde. Os agentes mobilizados estão sem assistência médica desde 2015, quando a Amil encerrou o contrato com o Ministério da Justiça. A pasta alega que “o processo de aquisição está em fase de pesquisa de mercado”.

O policial rodoviário federal Leonan Crouchoud Fernandes, estudioso da Força Nacional, explica que a Instrução de Nivelamento de Conhecimento da tropa dura, normalmente, três meses e é feita com policiais que estavam na ativa nos estados. “Cada um vem de um estado e tem suas particularidades. Quando você une esses policiais, você tem que fazer com que eles falem uma língua só. Essa instrução é para isso. E três meses é pouco. Imagina colocar um militar da reserva, afastado há anos, tendo a instrução em um mês? Ele não estará preparado, infelizmente”, lamenta.

Saúde compromete atuação do militar

Na opinião do diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, a principal questão é que a Força Nacional é um programa de pronto-emprego, que exige mobilização, plantões, longas viagens, atuação tática, ação em locais inóspitos e tudo isso exige fisicamente dos profissionais. “É extremamente preocupante mobilizar tropas mais velhas, que estavam inativas, para o operacional. A sobrecarga no policial é muito forte. E, na medida em que a Força não é uma polícia, é um programa, ela não tem estrutura para lidar com tamanha complexidade. Você coloca em risco a vida do policial e até da própria população”, comenta.

O major médico Bolini, do Hospital da Polícia Militar de São Paulo, conta que o policial tem 50% de chance a mais de morrer de doenças cardíacas do que a população em geral e, demora, em média, só sete anos na carreira, para ficar em situação pior de saúde do que outras profissões. Na opinião do médico, a maioria que passa para a reserva não têm condições de exercer policiamento por causa de problemas ortopédicos degenerativos — muito comuns entre militares — e por doenças como obesidade, diabetes, hipertensão e desequilíbrio hormonal.

“Os anos vão passando e eles desenvolvem hérnias de disco, lesões na coluna, artrose nos joelhos, quadril. O policial está exposto a condições adversas muito maiores e isso contribui para um quadro de saúde. Depois de um determinado tempo, ele vai perder a capacidade física de trabalhar”, diz Bolini. Durante visita a um centro de treinamento, o coronel Joviano Conceição Lima, diretor do departamento da Força Nacional, ressaltou a qualidade da tropa. “Tenho certeza de que essa tropa está sendo bem preparada e contribuirá para pacificar os locais para onde for designada.”

Convocação

De acordo com a determinação da MP 755/16, podem compor a Força Nacional de Segurança Pública:

Militares estaduais inativos;
Policiais civis aposentados da União, estados e do Distrito Federal;
Servidores civis aposentados da União, estados, Distrito Federal e municípios;
Militares da União que prestaram serviços temporários;
Aproximadamente, 18 mil homens já foram capacitados para atuar na Força Nacional, mas somente cerca de 1,5 mil ficavam mobilizados para atuar exclusivamente na corporação. O prazo de mobilização é de 2 anos;
Com a sanção da MP, em 19 de dezembro de 2017, 406 novos homens passaram a integrar a Força Nacional e a previsão, até o fim de março, é de que mais 449 tenham concluído o curso. A ideia é aumentar o contingente para 7 mil.

Fonte: Ministério da Justiça

Estado quer elevar idade-limite para PM se aposentar


São Paulo, 18 - Em meio à cobrança de policiais militares por reajuste salarial, o governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB), enviou um projeto de lei para a Assembleia Legislativa, propondo a ampliação para 60 anos do limite de idade para que todos os PMs do Estado se aposentem. O texto também prevê que os agentes fora da ativa sejam recontratados para atuar em setores administrativos da corporação, uma espécie de “bico” oficial. A proposta vai tramitar em regime de urgência e deve ser votada ainda neste semestre pelos deputados.

Atualmente, cabos e soldados são compulsoriamente reformados com 52 anos de idade, enquanto que sargentos e subtenentes podem trabalhar até os 56. Juntos, esses postos e graduações correspondem a mais de 90% dos 93 mil PMs ativos no Estado. Pela proposta do governo, esse limite subirá para 60 anos para todos esses postos e graduações, como já ocorre com os coronéis, por exemplo. Como esse é o teto da idade ativa para os oficiais, os agentes que quiserem poderão aposentar-se antes, abrindo mão da aposentadoria integral, caso não tenham completado os 30 anos de contribuição.

Segundo o governo, a proposta de alteração está sendo feita para “corrigir uma distorção” da legislação que regula o regime de trabalho dos policiais. Uma lei aprovada em julho do ano passado aumentou para 30 anos a idade-limite para ingresso na graduação de soldado. Como a regra atual exige que ele seja reformado aos 52 anos, o policial se aposenta recebendo apenas valores proporcionais ao tempo trabalhado, sem ter o direito de adquirir outras vantagens, como os adicionais por tempo de serviço.

“É um paradoxo permitir que a pessoa ingresse na Polícia Militar aos 30 anos, mas não permitir que essa pessoa cumpra o tempo de serviço mínimo para passagem para a inatividade, que é de 30 anos de serviço. A alteração da idade-limite, portanto, não é apenas medida de justiça, mas de coerência”, afirma o secretário estadual da Segurança Pública, Mágino Alves, em ofício enviado ao governador em dezembro.

Para o ex-comandante-geral da PM, deputado estadual Coronel Camilo (PSD), uma “inovação” importante apresentada pelo projeto é permitir que a corporação possa recontratar policiais veteranos para o trabalho em setores administrativos. “É uma medida muito bem-vinda. Vai permitir que o policial complemente a sua renda, com um bônus que pode chegar a um terço do salário. Também aumenta o efetivo da PM com gente experiente”, diz.

Salário. Para o presidente da Associação dos Cabos e Soldados da PM de São Paulo, Wilson Moraes, a vantagem do projeto é que a aposentadoria com 60 anos é facultativa, mas o que a categoria realmente reivindica é um reajuste salarial de 15%. O último aumento (8%) dado pelo governo a cabos e soldados ocorreu em agosto de 2014, após protesto da categoria durante a Copa do Mundo.

“Nós nos reunimos (anteontem) com o governador para tratar do reajuste, mas saímos decepcionados. Ele elogiou o trabalho da PM, mas disse que precisa aguardar o desempenho da receita para ver a possibilidade de dar um aumento. Somos a melhor polícia do País, com um dos piores salários (R$ 2,9 mil)”, disse Moraes.

País. Mobilizações de PMs por reajuste têm preocupado governadores neste mês. No Espírito Santo e no Rio, mulheres de policiais bloquearam batalhões e agentes deixaram de trabalhar.

http://www.em.com.br

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

MOVIMENTO DAS ESPOSAS AMIGOS E PARENTES DOS POLICIAIS MILITARES JÁ

ESTÃO BLOQUEANDO A SAÍDA DOS BATALHÕES.
MOVIMENTO DAS ESPOSAS AMIGOS E PARENTES DOS POLICIAIS MILITARES JÁ ESTÃO BLOQUEANDO A SAÍDA DOS BATALHÕES.


Segue a relação atualizada dos batalhões da polícia militar que já estão sendo ocupados até o momento:

05 BPM ocupado (Saúde)
06 BPM em breve (Tijuca)
07 BPM ocupado (São Gonçalo)
09 BPM em breve (Rocha Miranda)
12 BPM ocupado (Niterói)
14 BPM ocupado (Bangu)
18 BPM ocupado (Jacarepagua)
16 BPM ocupado (Olaria)
20 BPM ocupado (Nova Iguaçu) Vídeo atual.
21 BPM ocupado (São João De Meriti)
23 BPM ocupado (Leblon)
24 BPM ocupado (Queimados)
25 BPM ocupado (Cabo Frio)
27 BPM ocupado (Santa Cruz)
28 BPM ocupado (Volta Redonda)
29 BPM ocupado (Itaperuna)
30 BPM ocupado (Teresopolis)
32 BPM ocupado (Macaé)
33 BPM ocupado (Angra dos Reis)
39 BPM ocupado (Belford Roxo)
32 BPM ocupado (Macaé) Vídeo na página
40 BPM ocupado (Cpo Grande)

https://facebook.com/AdmiradoresPRFRJ
 começar a "greve"!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

NÃO ACEITO TRATAMENTO DIFERENCIADO PARA PM, BM E PC - É GRAVE

O Diário Oficial do Estado (DOE) de 08 de fevereiro de 2017 publicou a concessão de auxílio alimentação de R$ 15 por dia a todos os servidores do executivo, exceto policiais militares, bombeiros e policiais civis.

Acabei de informar ao governo que NÃO vou aceitar isso.

Fiquemos em alerta.

Resposta do Governo do Estado:

Em razão da notícia veiculada pelo Deputado Cabo Júlio sobre os militares e policiais civis terem ficado de fora do pagamento do auxílio alimentação esclarecemos que:

1 - O auxilio foi criado para atender os servidores com baixos salários como cantineiras, porteiros, etc

2 - O texto será refeito e indicará o baixo limite salarial daqueles que farão jus.

Fonte: blogdocabojulio

BOLSONARO fala da violência no Espírito Santo




PM PODE FAZER TCO


Prezados policias militares,

Na data de 06Fev17, o Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais e o Corregedor Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, reportando-se à Lei Estadual nº 22.257, de 27 de julho de 2016, expediram o Aviso Conjunto Nº 02/PR/2017, destinado aos magistrados mineiros, reconhecendo a competência da Polícia Militar de Minas Gerais para lavrar o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
O mencionado documento prevê que os TCOs relativos a infrações de menor potencial ofensivo, lavrados por policiais militares, com respaldo na regra do art. 191 da Lei estadual nº 22.257, de 27 de julho de 2016, poderão ser registrados, autuados e distribuídos perante o juízo competente.
A lavratura do TCO pelo policial militar surge como uma importantíssima ferramenta que trará inúmeros benefícios à comunidade mineira, uma vez que tornará o atendimento de ocorrências mais ágil e, por conseguinte, permitirá a liberação do nosso efetivo para realização da atividade preventiva.
No dia 17 de fevereiro, este Comandante se reunirá com o Exmº Senhor Presidente do TJMG para alinhamento institucional e formulação de diretrizes operacionais.
Oportunamente, as orientações pertinentes serão repassadas a toda a tropa.
Fraterno abraço!
(A) HELBERT FIGUEIRó DE LOURDES, CORONEL PM
COMANDANTE-GERAL


Fonte: blogdarenata.com

Governo do ES transfere controle da segurança às Forças Armadas


DEPUTADO SARGENTO RODRIGUES APOIA MOVIMENTO DOS FAMILIARES DOS MILITARES DE MINAS


Boa noite, fico muito feliz em saber que os familiares dos Policiais em Minas estão acompanhando nossas lutas em defesa da classe. Estou a disposição das mulheres de nossos bravos companheiros que todos os dias arriscam suas vidas para defender a sociedade. Em Minas estamos convivendo com o abandono deste governo do PT. Mais de um ano de atraso dos salários, há dois anos que a atual gestão nao paga férias prêmio, ajuda de custo, diárias e nossas famílias tem ainda que pagar juros absurdos de vários compromissos assumidos pelo atraso do pagamento. Precisamos dar um basta em Minas Gerais. Estou de plantão aqui na Almg e pronto para dar total apoio a essas guerreiras esposas de nossos companheiros. Caso queiram podemos marcar uma data para primeira manifestação, vamos providenciar carro de som e o que for preciso. Chamaremos nossos companheiros da reserva e reformados para engrossar nossa mobilização. Contem comigo sempre à disposição em defesa se nossa classe. Deputado Sargento Rodrigues !

ESPOSAS QUE ESTÃO A FRENTE? POLLY SOUZA E ROSINHA FARIA


Fonte: blogdarenata.com

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Justiça solta 70 estupradores e homicidas em SC e MP recorre

Após rebelião, juiz alega superlotação e diz que beneficiados estavam no semiaberto
Florianópolis. O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) tenta reverter uma decisão da Justiça que liberou 70 presos, entre eles, condenados por estupro de vulnerável e homicídio. A decisão foi de dois juízes, após rebelião no Presídio Regional de Lages, na região serrana, no dia 19 de janeiro. O presídio estava superlotado.

Eram 267 homens em um espaço com capacidade para metade deles. Durante a rebelião, os detentos queimaram colchões, dez prisioneiros foram hospitalizados – um continua internado –, e 14 celas foram destruídas.

A Secretaria de Justiça e Cidadania transferiu 82 homens para outras unidades prisionais. Mesmo assim, por entender que não havia vagas para os prisioneiros diante dos prejuízos causados no prédio, o juiz beneficiou os detentos com a prisão domiciliar.

O MP-SC entrou com mandado de segurança, no sábado, dia 28, por entender que a liberação foi “ilegal e abusiva”. O promotor Leonardo Cazonatti Marcinko, que solicitou o mandado de segurança ao Tribunal de Justiça, disse que não foram analisados os crimes nem o grau de periculosidade dos prisioneiros e que “a soltura indiscriminada premia os presos por atos de baderna e destruição no sistema prisional”.

O juiz Geraldo Bastos, que atua na 10ª Vara Criminal de Lages, explicou que os homens liberados cumpriam penas no regime semiaberto. Portanto, pernoitarão em casa em vez de dormirem na unidade prisional, enquanto o prédio é reformado.

Separação. Já em Mossoró, no Rio Grande do Norte, o Ministério Público Federal (MPF) enviou uma recomendação ao Ministério da Justiça e ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen) para que seja providenciada a total separação dos presos pertencentes às diferentes facções criminosas, dentro da penitenciária federal localizada naquele município.

Em uma inspeção, o procurador da República Emanuel Ferreira (autor da recomendação) conversou com diretores e chefes administrativos da penitenciária e ouviu relatos quanto ao temor dos agentes de que, devido ao aumento do número de presos, não seja mais possível efetuar a devida separação das facções, de modo a evitar possíveis confrontos.

O TEMPO

Pimentel descarta colapso financeiro em Minas e evita fazer acordo duro com a União

Embora tenha decretado calamidade financeira no fim do ano passado, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, avalia que o estado está longe de um colapso semelhante ao visto no Rio de Janeiro, afastando a necessidade de se comprometer com medidas duras para garantir ajuda da União.

A situação da economia mineira, no entanto, é semelhante à que o governo fluminense passou a viver há pouco mais de um ano, no início do processo que culminou no calote de dívidas e no pedido de socorro ao governo federal. Nas contas da área econômica da União, a falta de dinheiro será um problema real para Minas até o fim do ano.

Com despesas maiores que as receitas, o estado dificilmente terá crédito dos bancos sem aval da União. Adversário político do governo do presidente Michel Temer (PMDB), o petista Fernando Pimentel não deve encontrar tanto respaldo a um pedido de ajuda. A esperança reside em um fator ainda incerto: a retomada do crescimento do país.

O estado já convive com parcelamento de salários, dificuldades para pagar fornecedores, déficits recorrentes e rombo crescente na Previdência. No entanto, Pimentel não encaminhou projetos como a elevação da alíquota previdenciária dos servidores para 14% e a criação de teto de gastos, mesmo tendo assinado o pacto dos governadores pela austeridade fiscal, que previa os dois compromissos. “Não há previsão de aumento da contribuição previdenciária para os servidores públicos de Minas Gerais”, afirmou a Secretaria de Fazenda em nota.

“Não fizeram nada ainda. É a mesma coisa do Rio no início. É que o ônus para o governador é muito grande, porque é do PT. Pedir a bênção do governo de Michel Temer politicamente é muito ruim”, diz um integrante da equipe econômica.

O próprio secretário de Fazenda de Minas, José Afonso Bicalho, reconheceu que o estado terá de aportar R$ 30 bilhões nos próximos três ou quatro anos para equilibrar o fundo previdenciário dos servidores. O governo mineiro, contudo, não procurou o Ministério da Fazenda para iniciar tratativas por um acordo de recuperação fiscal, como já fizeram Rio e Rio Grande do Sul, que também decretaram calamidade financeira.

Lei Kandir

Pimentel diz que aceita apenas uma negociação: um “encontro de contas” em que o estado cobra uma fatura bilionária de perdas causadas pela Lei Kandir (que isenta impostos estaduais nas exportações). “Essa é a negociação que nos interessa, essa eu me disponho a conversar”, disse à Agência Estado. “Minas tem R$ 92 bilhões de perdas desde o início de vigência da lei (1996) até hoje. E nossa dívida hoje com a União é de R$ 60 bilhões e pouco. Portanto, nós somos credores virtuais da União.”

No ano passado, Minas teve déficit de R$ 4,2 bilhões, menos do que a meta oficial de R$ 8,9 bilhões negativos. Contudo, foi o terceiro ano seguido em que as contas fecharam no vermelho. Para este ano, a meta é negativa em R$ 8,06 bilhões.

Na área econômica, o diagnóstico é de que Minas tem um rombo nas finanças e não encontra solução. O estado tem nota de classificação D, uma das piores – ultrapassou o nível máximo de endividamento no último quadrimestre de 2016 e está proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de obter novos créditos.

Pimentel diz que o Minas já implementou uma série de medidas para minimizar o rombo. Essa lista, no entanto, inclui iniciativas de menor impacto, como reestruturação administrativa e maior fiscalização e mudanças pontuais no ICMS, principal tributo estadual. A aposta da equipe mineira é criar um fundo com ativos imobiliários e vender cotas, que pagarão determinada taxa aos investidores. O dinheiro dessa venda serviria para capitalizar a Previdência.


http://www.itatiaia.com.br/

Concurso Polícia Civil DF 2017 – PCDF – Edital e Inscrições


Confira as últimas notícias, editais, provas, inscrições e conteúdo programático da Polícia Civil do Distrito Federal.


Os interessados em ingressar na carreira pública tiveram outra grande oportunidade em 2016. A Polícia Civil do Distrito Federal abriu concurso para preenchimento de 100 vagas nos cargos de Perito Criminal.

As 20 primeiras tinham caráter de convocação imediata e as outras 80 serviriam para a formação de cadastro de reserva. Poderiam se inscrever no concurso candidatos formados em Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciência da Computação/Informática, Engenharia, Farmácia/Bioquímica, Física, Geologia, Odontologia e Química.

Em 2015, o Distrito Federal já tinha realizado certame com 200 vagas para Delegado, sendo que 100 delas eram para contratação imediata e as outras 100 para formação de cadastro de reserva. Dois anos antes, em 2013, outro concurso foi realizado para o cargo Escrivão da Polícia. A estabilidade, benefícios e o plano de carreira mobilizaram 28.472 inscritos para 100 vagas disponíveis.

A grande concorrência poderia ser driblada se o candidato adotasse estratégias eficientes de estudo e rotinas específicas. A escolha do material correto e o planejamento adequado é indispensável para a aprovação.

Remuneração Polícia Civil DF

O salário inicial para o cargo de Perito Criminal é de R$ 16.830,35 para jornada de trabalho de 40 horas por semana. O cargo de delegado tinha, conforme o edital de 2015, o vencimento que variava de R$8.284,55 à R$15.370,64. Por fim, o salário para Escrivão de Polícia, possuía valor mensal de R$ 7.890,05.

Requisitos Concurso Polícia Civil DF

Estar em gozo dos direitos políticos.
Estar quite com as obrigações militares, em caso de candidato do sexo masculino.
Estar quite com as obrigações eleitorais.
Ter idade mínima de dezoito anos completos na data da posse.
Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo.
Possuir Carteira Nacional de Habilitação, categoria “B” ou superior em plena validade.
Possuir os requisitos psicológicos compatíveis com as atribuições do cargo.
Serão aferidos por meio de sindicância de vida pregressa e investigação social.
Não estar cumprindo sanção por inidoneidade, aplicada por qualquer órgão público federal, distrital, estadual ou municipal.
Para cargos específicos, o concurso contava com a exigência de ensino superior em qualquer área para o cargo de Escrivão de Polícia. Para Delegado, o candidato deveria possuir curso superior em direito, com três anos de exercício pleno da profissão.

Últimos editais do Concurso Polícia Civil DF

O concurso da Polícia Civil é organizado pela Instituição CESPE-UnB. Os editais e provas estão disponibilizados no link.

http://www.cespe.unb.br/concursos/pc_df_13_escrivao/
http://www.cespe.unb.br/concursos/pc_df_13_agente/
http://www.cespe.unb.br/concursos/sds_pe_16_civil/
Concurso Polícia Civil DF 2017/8 – PCDF 2017/8

A realização de um concurso nos próximos anos é uma estratégia favorável para manter a balança de servidores da polícia civil equilibrada. O governo do DF já se prontificou no investimento de mais cargos de polícia, conforme a arrecadação positiva nas contas. Logo, um concurso nos próximos três anos, pode acontecer.

http://editalconcursosbrasil.com.br/

Reforma da Previdência assusta e aposentadorias na PMDF sobem 1.000%

De 97 solicitações entre final de 2015 e início de 2016, pedidos saltaram para 1.008 em apenas dois meses. Debandada ameaça segurança do DF


Desde que o governo federal anunciou mais uma  Reforma da Previdência, em dezembro do ano passado, os brasileiros estão em alerta para não perder benefícios e ter que trabalhar mais tempo. Com os servidores públicos não é diferente. Pedidos de aposentadoria se multiplicaram nas repartições. Na Polícia Militar do DF, as solicitações subiram tanto que já preocupam, colocando em risco a segurança oferecida à população.

Somente entre dezembro de 2016 e janeiro deste ano, 1.008 PMs deram entrada na reserva remunerada, aumento de quase 1.000% em relação ao mesmo período de 2015/2016, com 97 pedidos.

Os dados da própria corporação mostram o motivo da preocupação que atinge gestores, associações e especialistas. Em todo o ano de 2016, os pedidos de aposentadoria chegaram a 1.337. Apenas em janeiro deste ano, foram 863.


A debandada dos policiais está exigindo malabarismos na hora de planejar as estratégias de proteção ao cidadão. O efetivo atual, de 12,2 mil militares, que se revezam em escalas para garantir o policiamento ostensivo nas ruas da cidade, é insuficiente e está defasado.
Em visita ao Metrópoles, o comandante-geral da PMDF, coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira, afirmou que tem feito remanejamentos constantes, retirando pessoal da área administrativa e enviando para as ruas.

Ele admitiu que a situação se agrava em virtude da quantidade de manifestações políticas que vêm sendo realizadas no Distrito Federal. “Estamos fazendo um grande esforço e a redução nas estatísticas criminais mostra que está dando certo”, afirmou aliviado.

À medida que os policiais deixam a corporação, cresce o desafio do comando de manter a segurança na capital do país, segundo avalia o especialista em Segurança Pública Nelson Gonçalves de Souza.

“Já enfrentamos hoje uma dificuldade enorme porque há muito tempo não ocorre contratação. Como a rotina policial é feita em regime de escala, o efetivo na rua será cada vez menor. O cenário é, de fato, muito ruim. O comando vai ter que fazer cada vez mais e cada vez com menos”, afirma o especialista.

Impacto
A Associação dos Oficiais da Polícia Militar (Asof) vê as aposentadorias com preocupação. O presidente da entidade, coronel Rogério Leão, afirma que a situação vai impactar diretamente na segurança do brasiliense.

A Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares do DF (Aspra) trata as mudanças como um “retrocesso na segurança pública do país”. O vice-presidente da entidade, Manoel Sansão, afirma que o nível do trabalho está caindo no Brasil e vai piorar com as aposentadorias. “Temos uma polícia desmotivada”, resume.

Uma alternativa da Secretaria de Segurança do DF para tentar diminuir o impacto da saída dos agentes é a realização de um concurso para a contratação de novos PMs. Segundo a pasta, “está em andamento um edital para contratação de 200 novos oficiais e um outro para contratar a banca examinadora que será responsável pelo andamento de concurso público para a contratação de 2 mil soldados.”

Mudanças
A Reforma da Previdência define idade mínima de 65 anos para a aposentadoria e estabelece que só receberá o teto da previdência quem contribuir por 49 anos completos.

Caso o projeto passe da forma como está, a corporação afirma que os policiais, ao se aposentarem, receberão cerca de 85% dos vencimentos, adotando a média de salário dos cargos ocupados ao longo da carreira. Atualmente, eles recebem o salário integral.

Além disso, caso militares não gozem dos três períodos de licença remunerada que têm direito, só receberão uma delas, assim como, ainda que acumulem várias férias antes da aposentadoria, terão o pagamento de apenas duas.

http://www.metropoles.com/

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

A Assessoria de Comunicação da AMT visita o Cel Piccinini


Em visita realizada dia 27/01 ao Clube dos Oficiais da Polícia Militar de MG, o jornalista e assessor de comunicação da AMT-PM/BM Renato Cury, juntamente com o jornalista e assessor parlamentar Gregório José e o CB Freitas estiveram com o presidente da entidade, Sr. Cel. Piccinini, agora deputado estadual pelo PSB, cargo que assumiu dia 1º último, por ocasião de sua primeira suplência no mesmo.
Na entrevista ao jornalista Gregório José, o Cel. Piccinini falou da importância de seu trabalho frente ao COPM, com seus mais de 7 mil associados, oferecendo o que há de melhor em lazer, entretenimento e restaurante, bem como falou da relevância em estar assumindo a responsabilidade de ser deputado estadual e representar a classe dos militares na assembléia e perante o governo.
Acompanhando as visitas pelo clube, mostrou aos mesmos as piscinas, o restaurante, academia, salas de jogos, os alojamentos e demais dependências.
Disse que oportunamente vai realizar uma visita em nossa cidade, para levar à capital as principais reivindicações.