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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Promoção exclusiva na Casa X



Promoção exclusiva

A AMT por meio de seu presidente Robledo Manoel dos Santos, vem por meio deste comunicar que, em parceria com a CASA X (franqueada Xuxa) obteve para os Policiais e Bombeiros Militares e Agentes Penitenciários, uma promoção exclusiva:

BRINCANDO DE FOLCLORE NA CASA X

Danças, contação de lendas, brincadeiras, canções, oficinas para celebrar e ensinar os baixinhos as nossas tradições!
Vamos valorizar o nosso patrimônio cultural!
Você vai ter:
5% de desconto para o dia 27 de agosto:
R$50,00 para crianças acima de 4 anos.  Com desconto:  R$47,50
Valores normais: crianças de 0 a 3 anos não pagam porém só entram acompanhadas do responsável que paga R$80,00.  Com desconto: R$76,00
Inclui lanche: pipoca, hot dog, batata frita, refrigerante, suco e água.

Casa X Uberlândia

Av. Afonso Pena, 3939
Bairro Brasil
Fone: 3212-2721
Assessoria de Comunicação da AMT


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Promoção especial de parceria na Casa X


Promoção especial !! Desconto de 5%
Preço normal: R$50,00 para crianças acima de 4 anos. 
Promoção parceria : R$47,50
Valores normais: crianças de 0 a 3 anos não pagam porém só entram acompanhadas do responsável que paga R$80,00. 
Promoção parceria paga R$76,00
Inclui lanche: pipoca, hot dog, batata frita, refrigerante, suco e água.

Mais informações:

Casa X Uberlândia
Av. Afonso Pena, 3939, Brasil
Contato: 34-3212-2721 



sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Concurso PC-GO 2016: saiu o edital com 500 vagas!


Concurseiros(as) que desejam ingressar na carreira policial, atenção! Foi publicado no Diário Oficial do Estado de Goiás desta segunda-feira, 01º de agosto o aguardado edital do concurso público para os cargos de agente e escrivão da Polícia Civil de Goiás (Concurso PC-GO 2016)! O Cebraspe será responsável pela organização do certame.

No total, são oferecidas 500 vagas, sendo 280 para agentes de polícia e 220 para escrivão. Para concorrer as oportunidades é necessário nível superior completo em qualquer área. Os ganhos do agente e do escrivão da Polícia Civil são de R$ 1,5 mil, podendo chegar a R$ 3 mil com benefícios como R$ 300,00 para policiais que se destaquem na ação policial e R$ 552,00 para policiais que trabalham no entorno, além do recebimento de horas-extras. Os novos servidores terão jornada de trabalho de 40 horas semanais, ressalvadas as especiais (em regime de plantão). Conforme divulgado pela Secretaria de Segurança Pública de Goiás (veja abaixo e clique aqui para notícia completa) em abril quando a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás aprovou o projeto de lei que cria os cargos de Escrivão e Agente de Polícia Substituto e afirmado pelo governador em diversas entrevistas.

Edital Verticalizado – PCGO – AGENTE   –    Edital Verticalizado – PCGO – ESCRIVÃO

ALGO

Os candidatos deverão se inscrever no endereço eletrônico http://cespe.unb.br/, entre às 10 horas do dia 11 de agosto de 2016 e às 23h59min do dia de de 2016 (horário oficial de Brasília-DF). O valor da taxa de inscrição é de R$ 110,00 para ambos os cargos. Haverá isenção de taxa para os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e para os membros de família de baixa renda. A solicitação de isenção da taxa de participação deverá solicitada no mesmo período das inscrições.

O concurso será composto por 6 fases que vão da prova de conhecimento à investigação social. Já a segunda etapa consiste na realização do Curso de Formação Profissional na Academia Integrada de Defesa Social. A aplicação das provas objetiva e discursiva está prevista para o dia 16 de outubro de 2016.

O prazo de validade do concurso esgotar-se-á após seis meses, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.

Detalhes:

Concurso: Polícia Civil de Goiás (Concurso PC-GO 2016)
Banca organizadora: Cespe/UnB
Cargos: Agente e Escrivão
Escolaridade: Nível Superior
Remuneração: R$ 1,5 podendo chegar até R$ 3 mil
Número de vagas: 500
Inscrições: de 11 a 31 de agosto de 2016
Taxa de Inscrição: R$ 110,00
Prova objetiva: 16 de outubro de 2016

http://blog.grancursosonline.com.br/concurso-pc-go-2016-saiu-o-edital-com-500-vagas/



Oficiais descumprem nova convocação da Comissão de Segurança


Deputados querem explicações sobre fatos ocorridos na entrega da Medalha da Inconfidência. Nova reunião será dia 17/8.

 presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Sargento Rodrigues (PDT), anunciou, na reunião desta terça-feira (2/8/16), que vai reconvocar os militares que teriam agredido a ele e a representantes sindicais no evento da Medalha da Inconfidência, realizado no último dia 21 de abril, em Ouro Preto (Região Central do Estado). Esta foi a quinta tentativa de ouvir os oficiais sobre o episódio.

O parlamentar voltou a explicar que, na ocasião, eles teriam sido tratados com truculência, atacados com gás de pimenta e impedidos por policiais de acessar a Praça Tiradentes, local do evento. No seu entendimento, o fato configura violação dos direitos de ir e vir, de manifestação e de liberdade de expressão, previstos na Constituição Federal. Sargento Rodrigues pretende, ainda, obter esclarecimentos quanto ao deslocamento de grande parte do efetivo da PM para a cidade.

“Esta é quinta reunião para tratarmos do assunto e eles descumpriram a convocação pela terceira vez. Assim, faremos nova reunião no dia 17 de agosto”, disse Rodrigues. O deputado relembrou que o intuito das manifestações do dia 21 de abril era reivindicar o fim do parcelamento dos salários dos servidores do Estado. “Queremos saber de quem veio a ordem para impedir nossa passagem para acessar a praça Tiradentes”, argumentou.

Crime de responsabilidade – O vice-presidente da comissão, deputado João Leite (PSDB), entende que o não cumprimento das convocações viola a Constituição do Estado. Para ele, trata-se de crime de responsabilidade contra o Parlamento, que é a casa de representação da população mineira. “O presidente da ALMG precisa tomar providências urgentes”, ressaltou.

O diretor Jurídico da Associação dos Praças (Aspra-PM-BM), cabo Berlinque Cantelmo, recordou que já teve que atender a convocações da ALMG sob pena de cometer crime de responsabilidade e desobediência. “Não entendo porque isso vem acontecendo neste momento. Corremos o risco de abrir precedentes para atitudes semelhantes no futuro”, alertou. O oficial defendeu que o melhor seria esclarecer a situação o quanto antes.

Da mesma forma, o assessor jurídico do deputado federal Subtenente Gonzaga (PDT/MG), sargento Cláudio Casemiro Dias, mostrou-se preocupado com o risco do precedente. Valorizou, ainda, a atuação da Comissão de Segurança da ALMG e fez um apelo aos militares convocados para que compareçam e expliquem o que houve em Ouro Preto.

Outras audiências públicas foram aprovadas

Na mesma reunião, os parlamentares aprovaram oito novas audiências públicas da comissão sobre temas variados. O deputado Sargento Rodrigues solicitou reuniões com o objetivo de tratar do aumento de furtos e roubos em residências do distrito de São José do Buriti, que pertence à cidade de Felixlândia (Região Central do Estado); debater os furtos, roubos e perdas de armas de fogo e munição nas empresas privadas de segurança; e discutir, com o comandante da 3ª Companhia PM, Alessandro Nunes, a compensação de horas dos bombeiros de Ipatinga (Vale do Aço).

O presidente da comissão quer, também, discutir com a Corregedora da Secretaria de Estado de Segurança Pública e servidores lotados no Presídio Antônio Dutra Ladeira o inquérito sobre a escolta do ex-agente penitenciário, Andrew Shcwenk, baleado em 1º de setembro de 2009 no exercício da sua profissão. Sargento Rodrigues pretende, ainda, tratar da falta de efetivo na penitenciária Dênio Moreira de Carvalho, em Ipaba (Vale do Rio Doce), assim como medidas para evitar ingresso de drogas e aparelhos celulares no local; debater os malefícios a policiais militares em razão de falta de comprometimento dos seus superiores; e, por fim, a denúncia de perseguição a presidente de associação dos praças do interior em razão do exercício de sua atividade sindical.

Finalmente, foi aprovado requerimento, de autoria dos deputados Sargento Rodrigues e João Leite, para que seja realizada audiência pública com o objetivo de discutir a aposentadoria especial a agentes penitenciários, em razão dos riscos aos quais estão expostos em razão da sua atividade.



http://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2016/08/02_seguranca_incidentes_ouro_preto.html

STF derruba leis que obrigavam bloqueio de celular em presídio



Associação de operadoras de celular questionou leis em quatro estados. Para maioria do STF, somente União pode legislar sobre telecomunicações.

Por Mariana Oliveira

Do G1, em Brasília

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (3), por oito votos a três, derrubar a validade de leis estaduais de Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina que obrigam operadoras de telefonia celular a instalarem equipamentos para bloqueio do sinal nos estabelecimentos prisionais.

Na avaliação da maioria do STF, somente a União pode legislar sobre telecomunicações e, portanto, as leis em vigor nos estados são inconstitucionais. Os ministros destacaram que as empresas de telefonia não podem sofrer o ônus de gastar mais com os bloqueadores em razão das leis estaduais.

O Supremo analisou cinco ações apresentadas pela Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) contra as leis dos quatro estados e considerou procedente as ações, declarando a inconstitucionalidade das leis.

A associação argumentava, entre outras questões, que o bloqueio impedia o serviço para consumidores que vivem nos arredores dos presídios, uma vez que tecnicamente não seria possível bloquear somente no estabelecimento penal.

Quatro ministros relataram as cinco ações: Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Edson Fachin. Deles, somente Fachin entendeu que as leis estaduais eram válidas.

Marco Aurélio, Gilmar, Toffoli, Teori Zavascki, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Celso de Mello e Ricardo Lewandowskientenderam que compete à União criar leis sobre telecomunicações. Ficaram vencidos, a favor das leis estaduais, Fachin, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber.

O presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, que também comanda o Conselho Nacional de Justiça, citou que o Brasil tem 1.424 mil estabelecimentos prisionais no país. Para ele, não se pode impor que as operadoras criem os bloqueios e tenham que gastar os valores.

"Impor às operadoras manter o bloqueio, creio eu, que teremos claramente um desequilíbrio na equação econômica e financeira dos contratos de concessão", disse Lewandowski.

Busca de solução nacional para bloqueios
Gilmar Mendes, que votou contra as leis estaduais, destacou que conversou com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, e ouviu dele que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) discute uma solução nacional para bloquear o sinal de celular nos presídios.

"Não podemos agir sem reparar nas consequências que isso tem no sistma como todo. Precisa ser tratado de forma nacional, de forma global. Isso afeta responsabilidades das empresas perante o sistema", disse Mendes.

Rio Grande do Norte
O tema do bloqueio de celulares ganhou destaque nos últimos dias por conta dos ataques a ônibus, prédios públicos e unidades policiais no Rio Grande do Norte. De acordo com o governo do estado, a instalação de bloqueadores de celular na Penitenciária Estadual de Parnamirim, na Grande Natal, é o motivo dos atentados. Desde sexta-feira (3), foram registrados ao menos 90 ataques em 33 cidades do estado.

O decano do Supremo, ministro Celso de Mello, dfestacou a situação do Rio Grande do Norte. Apesar de entender que somente a União poderia criar uma regra impondo o bloqueio, ele defendeu uma solução para o tema.

"No Rio Grande do Norte, uma conhecida organização criminosa, que domina todo sistema penitenciário nacional, essa organização criminosa está promovendo ataques indiscriminados a bens particulres, a agentes, nao há dúvidas de que é preciso resolver essa questão", afirmou Celso de Mello.

Os ministros que ficaram vencidos entenderam que os estados não estavam legislando sobre telecomunicações, mas sim criando regra sobre segurança pública. "A segurança pública é interesse nacional que sobrepuja o interesse individual de usar o celular", afirmou Barroso.


"Exigiram que eu liberasse os menores. Neguei".

Os ativistas dos “direitos humanos” (entenda-se bajuladores de criminosos) no Brasil, geralmente são boçais que vivem à custa do povo ou militam em alguma agremiação da esquerda movida a caviar e whisky importado com envelhecimento nunca inferior a 12 anos.

Pois bem, algumas dessas anomalias humanas, perfeitamente descartáveis por absoluta inutilidade, foram contempladas com uma sugestão, no mínimo supimpa, de um desembargador mineiro cuja visão diverge da maioria de seus pares por ser inteligente e ter responsabilidade para com a sociedade a quem serve.

S. Exa. o desembargador Rogério Medeiros Garcia de Lima (Belo Horizonte, MG) enviou à Folha de São Paulo, uma carta onde ironiza quatro dessas bestas hubanas que vivem paparicando bandidos de todos os tipos.

Diz a carta do desembargador…

“Tenho uma sugestão ao professor Paulo Sérgio Pinheiro, ao jornalista Jânio de Freitas, à ministra Maria do Rosário e a outros tantos admiráveis defensores dos direitos humanos no Brasil.

Criemos o programa social “Adote um Preso”.

Cada cidadão aderente levaria para casa um preso carente de direitos humanos.

Os benfeitores ficariam de bem com suas consciências e ajudariam, filantropicamente, a solucionar o problema carcerário do país.

Sem desconto no Imposto de Renda.

Agora, com o morticínio de presos no Maranhão, jornalistas e intelectuais “engajados” escrevem e opinam copiosamente sobre a questão carcerária e os direitos fundamentais. São como urubus, não podem ver uma carniça.

Quando eu era juiz da infância e juventude em Montes Claros, norte de Minas Gerais, em 1993, não havia instituição adequada para acolher menores infratores.

Havia uma quadrilha de três adolescentes praticando reiterados assaltos.

A polícia prendia, eu tinha de soltá-los.

Depois da enésima reincidência, valendo-me de um precedente do Superior Tribunal de Justiça, determinei o recolhimento dos “pequenos” assaltantes à cadeia pública, em cela separada dos presos maiores.

Recebi a visita de uma comitiva de defensores dos direitos humanos (por coincidência, três militantes).

Exigiam que eu liberasse os menores.

Neguei.

Ameaçaram denunciar-me à imprensa nacional, à corregedoria de justiça e até à ONU.

Eu retruquei para não irem tão longe, tinha solução.

Chamei o escrivão e ordenei a lavratura de três termos de guarda: cada qual levaria um dos menores preso para casa, com toda a responsabilidade delegada pelo juiz.
Pernas para que te quero!

Mal se despediram e saíram correndo do fórum.

Não me denunciaram a entidade alguma, não ficaram com os menores, não me “honraram” mais com suas visitas e … os menores ficaram presos.

É assim que funciona a “esquerda caviar”, concluiu S. Exa.

Se 50% dos juízes brasileiros tivessem a metade da inteligência e responsabilidade desse desembargador, as leis brasileiras seriam cumpridas à risco em vez de serem desmoralizadas por qualquer cretino que se acha no direito de conspirar contra o povo desse miserável país, bajulando bandidos e lhes dando apoio à nossa custa.

Parabéns ao digníssimo Meritíssimo Desembargador Rogério Medeiros Garcia de Lima.

É um orgulho e uma honra tê-lo entre nós, os brasileiros de bem!

Fonte: Brasil verde e amarelo