Em entrega de veículos, gestores pedem regularidade em repasses de recursos por parte do Estado
A entrega de 140 viatura para 137 municípios mineiros, nessa segunda-feira (15), não foi suficiente para pacificar a relação entre os prefeitos e o governo de Minas. Gestores de partidos aliados ao governador afirmam que a entrega dos veículos é bem vinda e atende a uma demanda, mas, que para garantir apoio a uma tentativa de reeleição do governador Fernando Pimentel (PT), a gestão do petista terá que fazer mais ações em benefícios das localidades.
Após o atraso nos repasses do ICMS e do IPVA e com as parcelas ainda sem pagamento do transporte escolar ainda sem serem quitadas, parte dos prefeitos afirmam que só é possível pedir votos para o governo se eles tiverem recursos para prestarem os serviços para a população.
“Prefeitos e prefeitas só têm uma linguagem agora, que é a linguagem do que beneficia o cidadão. Então nós queremos o nosso recurso para prestar um bom serviço. Então qual é a nossa negociação. Pague aquilo que nos devem, repasse os nossos recursos. Aí sim a gente vai ter coragem de chegar nesse cidadão e dizer ‘acreditem’ (no governador)”, afirmou a prefeita de Bocaiúva, no Norte de Minas, Marisa Alves (PMDB).
Ela afirma que no momento a maior dificuldade é com a verba do transporte escolar. Segundo ela, o Estado está com seis parcelas atrasadas e, se esse dinheiro não chegar até o início das aulas, não será possível ofertar o serviço.
Outro prefeito da base de um município da região Centro-Oeste afirmou que a entrega das viaturas não apaga as dificuldades que as cidades estão enfrentando. “Olha, está muito difícil defender esse governo. Se a situação não mudar, não vai ser fácil sair na rua para pedir voto para o governador. Olhando o cenário de hoje, tem muito prefeito que vai preferir apoiar uma possível candidatura do Rodrigo Pacheco”, disse o gestor que pediu anonimato.
Se está difícil para o Pimentel negociar dentro dos partidos da base, entre as legendas de oposição os prefeitos mantém o posicionamento duro contra o governo. Diferente do que já ocorreu em outros momentos em que prefeitos faziam vistas grossas à orientação partidária para manter a boa relação com o governo.
O prefeito de Cataguases, Willian Lobo de Almeida (PSDB), comemorou a entrega das viatura, achou um gesto importante do governo do Estado, mas que é preciso separar as situações.
“Hoje é uma dificuldade muito grande para nós não ter a garantia que os recursos que são nossos de direito chegarão em nossos cofres na data certa. Inclusive essas viaturas chegam, mas os custeios são das prefeituras que precisam de arcar com os gastos para manter o veículo”, avaliou. Ele destaca que os prefeitos precisam se unir para definir uma estratégia conjunta durante às eleições.
As verbas para a compra das viaturas foi viabilizada por meio de emendas parlamentares da bancada mineira. Ao todo foram investidos R$ 10 milhões. O deputado federal Reginaldo Lopes (PT) avalia que não há um problema entre os prefeitos e o governo. Para ele, as dificuldades são fruto de uma crise econômica. “O governador está trabalhando. Ele é o natural candidato à reeleição e é o favorito. Com toda dificuldade, a situação aqui está bem melhor que outros Estados”, avaliou.
Frases
“No Estado inteiro, a queda dos índices de criminalidade ultrapassa os 10%. Isso mostra o trabalho das forças de segurança, que entregam resultados extremamente positivos e mais relevantes ainda, porque isso se desenvolve em um cenário completamente hostil. Basta ver o que está acontecendo nos Estados vizinhos.”
Fernando Pimentel
Governador de Minas
“Paguem aquilo que nos devem, repassem os nossos recursos. Aí sim a gente vai ter coragem de chegar nesse cidadão e dizer ‘acreditem’ (no governador).”
Marisa Alves
Prefeita de Bocaiúva
Fonte O Tempo
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terça-feira, 16 de janeiro de 2018
RJ virou campo de concentração, Exército é chamado até para o Carnaval
O uso do Exército nas cidades brasileiras já foi justificado como uma tentativa de combater o “crime organizado”, o que é uma mentira descarada. Mas agora, o Exército foi chamado para o Carnaval do Rio de Janeiro, seu papel: reprimir o povo que estiver na rua se divertindo.
O prefeito da cidade, Marcelo Crivella, solicitou ao governo federal que o Exército patrulhe as ruas da cidade durante as festividades, o prefeito também vai contratar milhares de homens da segurança privada, além de contar com a tradicional e truculenta Polícia Militar.
O Exército não trabalha com bala de borracha, nem com armamento de pequeno porte, mas com fuzil, que, se disparado contra uma pessoa, pode parti-la ao meio. Além de tanques, granadas, enfim, tudo que um Exército dispõe para proteger um país de uma invasão.
Porém, o uso das Forças Armadas tem sido uma constante nos últimos anos, especialmente depois do golpe de Estado. Para qualquer situação em que se reúna uma quantidade de pessoas, os governos estão solicitando o Exército.
No Rio, se formos considerar o que já aconteceu até agora, inclusive com as ocupações das Unidades de Polícia Pacificadora, pode-se dizer que a cidade está sob estado de sítio, de exceção.
Tanto é assim que as Forças Armadas, e isso nacionalmente, estão com carta branca para assassinar civis, pois lei federal, editada pelo golpista Michel Temer, garante que os crimes contra a vida praticados pelos militares serão julgados pelos próprios militares.
O Carnaval já se coloca como palco de manifestações políticas, especialmente contra o golpe de Estado e contra a direita. É preciso organizar blocos, marchas e passeatas carnavalescas denunciando a repressão dos golpistas contra esta que é a mais tradicional festa do povo brasileiro.
Fonte Diario Online Causa Operaria
O prefeito da cidade, Marcelo Crivella, solicitou ao governo federal que o Exército patrulhe as ruas da cidade durante as festividades, o prefeito também vai contratar milhares de homens da segurança privada, além de contar com a tradicional e truculenta Polícia Militar.
O Exército não trabalha com bala de borracha, nem com armamento de pequeno porte, mas com fuzil, que, se disparado contra uma pessoa, pode parti-la ao meio. Além de tanques, granadas, enfim, tudo que um Exército dispõe para proteger um país de uma invasão.
Porém, o uso das Forças Armadas tem sido uma constante nos últimos anos, especialmente depois do golpe de Estado. Para qualquer situação em que se reúna uma quantidade de pessoas, os governos estão solicitando o Exército.
No Rio, se formos considerar o que já aconteceu até agora, inclusive com as ocupações das Unidades de Polícia Pacificadora, pode-se dizer que a cidade está sob estado de sítio, de exceção.
Tanto é assim que as Forças Armadas, e isso nacionalmente, estão com carta branca para assassinar civis, pois lei federal, editada pelo golpista Michel Temer, garante que os crimes contra a vida praticados pelos militares serão julgados pelos próprios militares.
O Carnaval já se coloca como palco de manifestações políticas, especialmente contra o golpe de Estado e contra a direita. É preciso organizar blocos, marchas e passeatas carnavalescas denunciando a repressão dos golpistas contra esta que é a mais tradicional festa do povo brasileiro.
Fonte Diario Online Causa Operaria
Concurso PCMG: 76 vagas para o cargo de Delegado
Concurso PC MG: Como será o teste físico?
Atenção concurseiros que aguardam o novo concurso público da Polícia Civil de Minas Gerais (PC MG)!
O certame já possui banca organizadoradefinida, será a FUMARC (Fundação Mariana Resende) a empresa responsável pelo novo certame!
A Câmara de Orçamentos e Finanças (COF) autorizou, a princípio, 76 vagas para o cargo de Delegado de Polícia no primeiro grau do nível inicial, com salário de R$ 11,4 mil!
Caso você planeje garantir uma das vagas, saiba como será o teste físico para a seleção!
A etapa física costuma eliminar muitos candidatos, isso porque geralmente os concurseiros concentram o foco nas provas escritas, deixando de lado os testes práticos. Contudo saiba que a avaliação exige um grande esforço e um preparo intenso para alcançar um bom desempenho!
Mas antes de conhecer o teste físico, confira todos os detalhes do concurso PC MG:
Previsão do edital
De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais (PC MG), uma vez que a autorização já foi recebida e a banca organizadora definida, os trâmites administrativos e todas as medidas necessárias para que o edital seja publicado estão sendo realizados. A expectativa é que o edital do certame seja publicado nos próximos meses!
Vagas e salários
A oferta será de 76 vagas para o cargo de Delegado de Polícia no primeiro grau do nível inicial. Para concorrer as vagas, os candidatos devem possuir curso superior completo de direito.
A remuneração inicial para o cargo é de R$ 11.475,60, com jornada de trabalho de 40 horas semanais.
Último concurso
O último concurso aconteceu no ano de 2011, contou com 144 vagas e a banca responsável também foi a FUMARC, o que é bom, pois é possível se preparar com base nas provas anteriores.
Os candidatos foram avaliados por meio de provas objetivas, discursivas, orais, avaliação psicológica, exames biomédicos e biofísicos, provas de títulos, investigação social e curso de formação.
As provas objetivas foram compostas pelas seguintes disciplinas: Direito Constitucional; Direito Administrativo; Direito Civil; Direito Penal; Direito Processual Penal; Medicina Legal e Direitos Humanos.
Como será o teste físico?
O exame físico será a quinta etapa de avaliação do concurso PC MG. Para ser convocado para os exames biofísicos é necessário estar apto nos exames médicos.
Segundo o edital do último certame, o candidato precisa chegar com uma hora de antecedência no local agendado. O participante deve levar o cartão de confirmação, identidade e trajes adequados para realizar os testes, como tênis, short ou bermuda e camiseta.
O objetivo do exame físico é saber se o candidato está apto, para isso são avaliados:
♦ Compatibilidades físicas com as atividades de Policial Civil;
♦ Leves variações de normalidade, não incapacitantes, para a profissão;
♦ Alterações, potencialmente incapacitantes de imediato ou a curto prazo, ou determinantes de absenteísmos frequentes ou com iminente risco de se potencializar ou capaz de colocar em risco a segurança própria e de terceiros.
Os exames do concurso PC MG serão realizados com o acompanhamento e análise médica dos resultados. Cada teste terá um tempo determinado para realização e respectiva pontuação. Confira quais foram os testes:
– Flexão de Braço;
– Agilidade e coordenação motora;
– Corrida de 50 metros rasos;
– Teste de Cooper.
Cada teste físico terá pontuação máxima de 25 pontos, que serão atribuídos de acordo com o desempenho do participante. Para ser considerado apto, o concorrente deve obter, no mínimo, 40 pontos no total dos testes, sendo eliminado quem não alcançar a pontuação ou faltar no dia do exame.
O teste será eliminatório, com indicações específicas para homens e mulheres. As quatro modalidades possuíam tabela de pontuação de acordo com sexo, idade e número de repetições.
Como foi cada teste?
Teste 1 – Flexão de braço
Modo de execução
Masculino: Manter o corpo apoiado de frente ao solo (decúbito frontal), os braços estendidos, cotovelos próximos do corpo, mãos abertas e afastadas na largura dos ombros, pernas estendidas (sem tocar o joelho ao solo) e pés juntos. Flexionar os braços para levar a caixa torácica até o solo e voltar a posição inicial, fazendo a extensão completa dos braços. Durante o movimento evitar aumentar excessivamente a curvatura lombar.
Feminino: Manter o corpo apoiado de frente ao solo (decúbito frontal), os braços estendidos, cotovelos próximos do corpo, mãos abertas e afastadas na largura dos ombros, joelhos unidos, apoiados ao solo e sem tocar as pontas dos pés no chão. Flexionar os braços para levar a caixa torácica até o solo e voltar a posição inicial, fazendo a extensão completa dos braços. Durante o movimento evitar aumentar excessivamente a curvatura lombar.
Teste 2 – Agilidade e Coordenação Motora
Modo de execução
Masculino e Feminino: O candidato coloca-se no ponto de partida. Ao ouvir o comando, deverá pegar o primeiro toquinho de madeira (obedecendo a sequência numérica), deslocar a distância de 10 metros, onde esse toquinho terá que ser colocado ao solo no espaço demarcado (obedecendo a cor correspondente ao mesmo). O candidato irá realizar esse deslocamento por 04(quatro) vezes ininterruptas em menor tempo possível. São 04 (quatro) toquinhos de madeira em cores distintas.
Teste 3 – Corrida de 50 metros rasos
Modo de execução
Masculino e Feminino: O candidato se coloca atrás da linha de partida, em posição ereta. Após um sinal de comando, deverá correr, no menor tempo possível, a distância de 50 metros.
Teste 4 – Teste de Cooper
A avaliação aeróbia medirá a distância percorrida pelo candidato em 12 (doze) minutos sobre terreno plano, em estilo livre.
Agora que você já sabe como será o teste físico, é hora de dar início a sua preparação!
Para maiores informações acesse a página do Concurso PC MG
Há mais de 8 anos no mercado, a NovaConcursos, vem ajudando quem quer vencer a batalha do concurso público. Se você quer aumentar as suas chances de passar e garantir sua vaga, conheça nossos materiais, acessando nosso site!
Fonte Nova Concursos
Atenção concurseiros que aguardam o novo concurso público da Polícia Civil de Minas Gerais (PC MG)!
O certame já possui banca organizadoradefinida, será a FUMARC (Fundação Mariana Resende) a empresa responsável pelo novo certame!
A Câmara de Orçamentos e Finanças (COF) autorizou, a princípio, 76 vagas para o cargo de Delegado de Polícia no primeiro grau do nível inicial, com salário de R$ 11,4 mil!
Caso você planeje garantir uma das vagas, saiba como será o teste físico para a seleção!
A etapa física costuma eliminar muitos candidatos, isso porque geralmente os concurseiros concentram o foco nas provas escritas, deixando de lado os testes práticos. Contudo saiba que a avaliação exige um grande esforço e um preparo intenso para alcançar um bom desempenho!
Mas antes de conhecer o teste físico, confira todos os detalhes do concurso PC MG:
Previsão do edital
De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais (PC MG), uma vez que a autorização já foi recebida e a banca organizadora definida, os trâmites administrativos e todas as medidas necessárias para que o edital seja publicado estão sendo realizados. A expectativa é que o edital do certame seja publicado nos próximos meses!
Vagas e salários
A oferta será de 76 vagas para o cargo de Delegado de Polícia no primeiro grau do nível inicial. Para concorrer as vagas, os candidatos devem possuir curso superior completo de direito.
A remuneração inicial para o cargo é de R$ 11.475,60, com jornada de trabalho de 40 horas semanais.
Último concurso
O último concurso aconteceu no ano de 2011, contou com 144 vagas e a banca responsável também foi a FUMARC, o que é bom, pois é possível se preparar com base nas provas anteriores.
Os candidatos foram avaliados por meio de provas objetivas, discursivas, orais, avaliação psicológica, exames biomédicos e biofísicos, provas de títulos, investigação social e curso de formação.
As provas objetivas foram compostas pelas seguintes disciplinas: Direito Constitucional; Direito Administrativo; Direito Civil; Direito Penal; Direito Processual Penal; Medicina Legal e Direitos Humanos.
Como será o teste físico?
O exame físico será a quinta etapa de avaliação do concurso PC MG. Para ser convocado para os exames biofísicos é necessário estar apto nos exames médicos.
Segundo o edital do último certame, o candidato precisa chegar com uma hora de antecedência no local agendado. O participante deve levar o cartão de confirmação, identidade e trajes adequados para realizar os testes, como tênis, short ou bermuda e camiseta.
O objetivo do exame físico é saber se o candidato está apto, para isso são avaliados:
♦ Compatibilidades físicas com as atividades de Policial Civil;
♦ Leves variações de normalidade, não incapacitantes, para a profissão;
♦ Alterações, potencialmente incapacitantes de imediato ou a curto prazo, ou determinantes de absenteísmos frequentes ou com iminente risco de se potencializar ou capaz de colocar em risco a segurança própria e de terceiros.
Os exames do concurso PC MG serão realizados com o acompanhamento e análise médica dos resultados. Cada teste terá um tempo determinado para realização e respectiva pontuação. Confira quais foram os testes:
– Flexão de Braço;
– Agilidade e coordenação motora;
– Corrida de 50 metros rasos;
– Teste de Cooper.
Cada teste físico terá pontuação máxima de 25 pontos, que serão atribuídos de acordo com o desempenho do participante. Para ser considerado apto, o concorrente deve obter, no mínimo, 40 pontos no total dos testes, sendo eliminado quem não alcançar a pontuação ou faltar no dia do exame.
O teste será eliminatório, com indicações específicas para homens e mulheres. As quatro modalidades possuíam tabela de pontuação de acordo com sexo, idade e número de repetições.
Como foi cada teste?
Teste 1 – Flexão de braço
Modo de execução
Masculino: Manter o corpo apoiado de frente ao solo (decúbito frontal), os braços estendidos, cotovelos próximos do corpo, mãos abertas e afastadas na largura dos ombros, pernas estendidas (sem tocar o joelho ao solo) e pés juntos. Flexionar os braços para levar a caixa torácica até o solo e voltar a posição inicial, fazendo a extensão completa dos braços. Durante o movimento evitar aumentar excessivamente a curvatura lombar.
Feminino: Manter o corpo apoiado de frente ao solo (decúbito frontal), os braços estendidos, cotovelos próximos do corpo, mãos abertas e afastadas na largura dos ombros, joelhos unidos, apoiados ao solo e sem tocar as pontas dos pés no chão. Flexionar os braços para levar a caixa torácica até o solo e voltar a posição inicial, fazendo a extensão completa dos braços. Durante o movimento evitar aumentar excessivamente a curvatura lombar.
Teste 2 – Agilidade e Coordenação Motora
Modo de execução
Masculino e Feminino: O candidato coloca-se no ponto de partida. Ao ouvir o comando, deverá pegar o primeiro toquinho de madeira (obedecendo a sequência numérica), deslocar a distância de 10 metros, onde esse toquinho terá que ser colocado ao solo no espaço demarcado (obedecendo a cor correspondente ao mesmo). O candidato irá realizar esse deslocamento por 04(quatro) vezes ininterruptas em menor tempo possível. São 04 (quatro) toquinhos de madeira em cores distintas.
Teste 3 – Corrida de 50 metros rasos
Modo de execução
Masculino e Feminino: O candidato se coloca atrás da linha de partida, em posição ereta. Após um sinal de comando, deverá correr, no menor tempo possível, a distância de 50 metros.
Teste 4 – Teste de Cooper
A avaliação aeróbia medirá a distância percorrida pelo candidato em 12 (doze) minutos sobre terreno plano, em estilo livre.
Agora que você já sabe como será o teste físico, é hora de dar início a sua preparação!
Para maiores informações acesse a página do Concurso PC MG
Há mais de 8 anos no mercado, a NovaConcursos, vem ajudando quem quer vencer a batalha do concurso público. Se você quer aumentar as suas chances de passar e garantir sua vaga, conheça nossos materiais, acessando nosso site!
Fonte Nova Concursos
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Pimentel sanciona lei que coloca metade da Codemig à venda
O governo vai colocar à disposição 49% das ações da empresa, que passa a ser sociedade de economia mista
Praticamente metade da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) está à venda. A autorização para transformar a empresa em uma sociedade de economia mista foi dada em lei sancionada pelo governador Fernando Pimentel (PT) e publicada no Minas Gerais dessa quinta-feira (4). Com isso, o Executivo está autorizado a iniciar os procedimentos para colocar à disposição ações, mantendo o controle acionário da empresa. Não há uma previsão de quanto a negociação vai render para os cofres estaduais.
A Codemig foi responsável pela construção da Cidade Administrativa, obra de mais visibilidade do governo tucano em Minas, investigada por suspeita de superfaturamento.
De acordo com a lei proposta pelo governador, o estado é obrigado a permanecer com 51% do capital votante da Codemig e não pode transferir o controle acionário da empresa sem autorização legislativa. Com isso, o estado pretende vender 49% das ações.
Segundo justificativa do governo, a mudança na Codemig permite sua capitalização e a diversificação de fontes de recursos para serem investidos no desenvolvimento econômico do estado. “Em outras palavras, seria possível promover ainda mais projetos destinados ao bem-estar dos mineiros, mas com menor sacrifício aos cofres públicos”, diz Pimentel no texto.
A empresa mineira atua em três eixos para o desenvolvimento: mineração, energia e infraestrutura, indústria criativa e indústria de alta tecnologia. Neles estão incluídos negócios com minério de ferro, nióbio, geração de energia termelétrica e fotovoltaica. Também estão nas áreas de atuação a busca de oportunidades para segmentos como moda, gastronomia e gemas, incentivo ao turismo, e materiais estratégicos como biotecnologia, semicondutores, tecnologia da informação e segmento aeroespacial. A Codemig é responsável pela gestão de empreendimentos como o Expominas e a Rodoviária de Belo Horizonte.
Em nota, a Codemig reforçou que o objetivo da medida é dar mais dinamismo e autonomia à condução dos negócios. "Ao mesmo tempo, pretende continuar viabilizando o interesse coletivo, por meio de políticas públicas, em prestígio aos princípios da impessoalidade, da eficiência, da economicidade e da supremacia do bem comum. A abertura do capital para investidores privados também favorece ampliar a moralidade e a transparência na gestão dos recursos que estão sob responsabilidade da Codemig", informou.
De acordo com a empresa, o próximo passo será contratar uma assessoria para as devidas avaliações. "Não há avaliação sobre o volume de recursos que o Estado poderá obter com essa alienação. Caberá ao governo definir oportunamente o destino dos recursos que ele eventualmente vier a obter com a alienação de parte de suas ações na Codemig", informa a empresa.
Concurso público em andamento
A Codemig está com concurso aberto com provas em 28 de janeiro. O edital prevê 16 vagas para nível superior. Para nível médio, a disputa será por os cargos de assistente administrativo (2) e técnico de tecnologia de informação (1), com salários de R$ 3.116,38 e R$ 4.515,57, respectivamente.
Candidatos graduados podem concorrer para analista de administração (2), analista de compliance (1), analista de geoprocessamento (1) analista de pessoal (1), analista de sistemas (1), analista de suprimentos (1), analista de tecnologia da informação (1), arquiteto (1), auditor (1), contador (1), engenheiro civil (1), engenheiro de energia (1), engenheiro de instalações (1), engenheiro orçamentista (1) e secretária executiva (1). As remunerações variam de R$ 4.515,57 a R$ 6.708,73.
A seleção terá duas etapas, de prova objetiva e discursiva, com questões de língua portuguesa, informática, raciocínio lógico e conhecimentos gerais e específicos (para o cargo de assistente administrativo). Os interessados podem se inscrever pelo site da Fundep, responsável pela organização do certame, no período de 29 de novembro a 28 de dezembro. A taxa é de R$ 60 para os cargos de nível médio e técnico e de R$ 90 para os de nível superior, e poderá ser paga até 29 de dezembro.
Fonte Em.com.br
Praticamente metade da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) está à venda. A autorização para transformar a empresa em uma sociedade de economia mista foi dada em lei sancionada pelo governador Fernando Pimentel (PT) e publicada no Minas Gerais dessa quinta-feira (4). Com isso, o Executivo está autorizado a iniciar os procedimentos para colocar à disposição ações, mantendo o controle acionário da empresa. Não há uma previsão de quanto a negociação vai render para os cofres estaduais.
A Codemig foi responsável pela construção da Cidade Administrativa, obra de mais visibilidade do governo tucano em Minas, investigada por suspeita de superfaturamento.
De acordo com a lei proposta pelo governador, o estado é obrigado a permanecer com 51% do capital votante da Codemig e não pode transferir o controle acionário da empresa sem autorização legislativa. Com isso, o estado pretende vender 49% das ações.
Segundo justificativa do governo, a mudança na Codemig permite sua capitalização e a diversificação de fontes de recursos para serem investidos no desenvolvimento econômico do estado. “Em outras palavras, seria possível promover ainda mais projetos destinados ao bem-estar dos mineiros, mas com menor sacrifício aos cofres públicos”, diz Pimentel no texto.
A empresa mineira atua em três eixos para o desenvolvimento: mineração, energia e infraestrutura, indústria criativa e indústria de alta tecnologia. Neles estão incluídos negócios com minério de ferro, nióbio, geração de energia termelétrica e fotovoltaica. Também estão nas áreas de atuação a busca de oportunidades para segmentos como moda, gastronomia e gemas, incentivo ao turismo, e materiais estratégicos como biotecnologia, semicondutores, tecnologia da informação e segmento aeroespacial. A Codemig é responsável pela gestão de empreendimentos como o Expominas e a Rodoviária de Belo Horizonte.
Em nota, a Codemig reforçou que o objetivo da medida é dar mais dinamismo e autonomia à condução dos negócios. "Ao mesmo tempo, pretende continuar viabilizando o interesse coletivo, por meio de políticas públicas, em prestígio aos princípios da impessoalidade, da eficiência, da economicidade e da supremacia do bem comum. A abertura do capital para investidores privados também favorece ampliar a moralidade e a transparência na gestão dos recursos que estão sob responsabilidade da Codemig", informou.
De acordo com a empresa, o próximo passo será contratar uma assessoria para as devidas avaliações. "Não há avaliação sobre o volume de recursos que o Estado poderá obter com essa alienação. Caberá ao governo definir oportunamente o destino dos recursos que ele eventualmente vier a obter com a alienação de parte de suas ações na Codemig", informa a empresa.
Concurso público em andamento
A Codemig está com concurso aberto com provas em 28 de janeiro. O edital prevê 16 vagas para nível superior. Para nível médio, a disputa será por os cargos de assistente administrativo (2) e técnico de tecnologia de informação (1), com salários de R$ 3.116,38 e R$ 4.515,57, respectivamente.
Candidatos graduados podem concorrer para analista de administração (2), analista de compliance (1), analista de geoprocessamento (1) analista de pessoal (1), analista de sistemas (1), analista de suprimentos (1), analista de tecnologia da informação (1), arquiteto (1), auditor (1), contador (1), engenheiro civil (1), engenheiro de energia (1), engenheiro de instalações (1), engenheiro orçamentista (1) e secretária executiva (1). As remunerações variam de R$ 4.515,57 a R$ 6.708,73.
A seleção terá duas etapas, de prova objetiva e discursiva, com questões de língua portuguesa, informática, raciocínio lógico e conhecimentos gerais e específicos (para o cargo de assistente administrativo). Os interessados podem se inscrever pelo site da Fundep, responsável pela organização do certame, no período de 29 de novembro a 28 de dezembro. A taxa é de R$ 60 para os cargos de nível médio e técnico e de R$ 90 para os de nível superior, e poderá ser paga até 29 de dezembro.
Fonte Em.com.br
Corpo de Bombeiros de Minas Gerais – Soldado e Curso de Formação de Oficiais (CFO) 580 VAGAS
Mais uma excelente oportunidade para os que contam com o nível médio de escolaridade. Os concursos para a corporação do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, foram debatidos pela Câmara de Orçamentos e Finanças (COF). A decisão de por o certame na pauta ocorreu após reunião com o Secretário de Planejamento do Estado, Helvécio Magalhães (SEPLAG).
Com intenção de suprir a vacância do quadro, o Comando do Corpo de Bombeiros solicitou 580 vagas, sendo 550 para Curso de Formação de Soldados (CFSD) e 30 para o Curso de Formação de Oficiais (CFO).
Para se candidatar é necessário ter entre 18 e 30 anos de idade e aos aprovados caberá remuneração de R$ 4.098,43 para Soldados, após formado, e de R$ 8.874,59 para o CFO, à qual se acrescenta abono fardamento, assistência médica, psicológica e odontológica.
Último Concurso
O último concurso dos Bombeiros/MG foi divulgado em 2015, quando contemplou 530 vagas, sendo 500 para Soldado (450 masculino e 50 feminino) e 30 para Especialista, ambos com requisito de ensino médio.
A seleção contou com prova objetiva; prova de redação em língua portuguesa; exames médicos; teste de capacitação física; teste psicológico; habilidades natatórias; e exame psicológico.
Oficial
O último certame para Oficial também aconteceu em 2015, quando contou com 30 vagas, sendo 27 para os homens e 03 para as mulheres. Para participar foi necessário ter entre 18 e 30 anos de idade; possuir diploma de nível médio completo; e altura mínima de 1,60 m. Os candidatos foram avaliados por meio de prova objetiva; prova de redação em língua portuguesa; exames médicos; teste de capacitação física; teste psicológico; habilidades natatórias; e exame toxicológico.
Fonte: Blog Cabo Júlio
Com intenção de suprir a vacância do quadro, o Comando do Corpo de Bombeiros solicitou 580 vagas, sendo 550 para Curso de Formação de Soldados (CFSD) e 30 para o Curso de Formação de Oficiais (CFO).
Para se candidatar é necessário ter entre 18 e 30 anos de idade e aos aprovados caberá remuneração de R$ 4.098,43 para Soldados, após formado, e de R$ 8.874,59 para o CFO, à qual se acrescenta abono fardamento, assistência médica, psicológica e odontológica.
Último Concurso
O último concurso dos Bombeiros/MG foi divulgado em 2015, quando contemplou 530 vagas, sendo 500 para Soldado (450 masculino e 50 feminino) e 30 para Especialista, ambos com requisito de ensino médio.
A seleção contou com prova objetiva; prova de redação em língua portuguesa; exames médicos; teste de capacitação física; teste psicológico; habilidades natatórias; e exame psicológico.
Oficial
O último certame para Oficial também aconteceu em 2015, quando contou com 30 vagas, sendo 27 para os homens e 03 para as mulheres. Para participar foi necessário ter entre 18 e 30 anos de idade; possuir diploma de nível médio completo; e altura mínima de 1,60 m. Os candidatos foram avaliados por meio de prova objetiva; prova de redação em língua portuguesa; exames médicos; teste de capacitação física; teste psicológico; habilidades natatórias; e exame toxicológico.
Fonte: Blog Cabo Júlio
101 homicídios durante o período de greve da polícia em Natal
Forças de segurança, com salários em atraso, recusam-se a sair dos batalhões e governo já enviou Forças Armadas para o terreno
A greve da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte, no Brasil, iniciada no passado dia 19 de dezembro e sem previsão de terminar, está na origem de 101 homicídios no estado, a maioria deles na capital Natal e nos seus subúrbios. Os agentes reclamam o pagamento dos salários de novembro, dezembro e 13.º mês de 2017 e melhores condições de trabalho. O governo do estado, que atravessa grave crise financeira, alega que a greve é inconstitucional, apoiando-se em decisão do ano passado do Supremo Tribunal Federal que considerou ilegais paralisações de polícias e agentes penitenciários. Desde há uma semana um contingente das Forças Armadas opera no local, por decisão do Palácio do Planalto.
A estimativa de 101 mortes relacionadas com a falta de policiamento é do Observatório da Violência Letal Intencional do Rio Grande do Norte, que listou todas as vítimas, a maioria delas mortas após ataque com armas de fogo em Natal, em Mossoró e noutras cidades do estado do Nordeste do país. Para suster a onda de violência, Raul Jungmann, o ministro da Defesa do governo liderado por Michel Temer, enviou 2800 elementos das Forças Armadas para a região. Segundo Jungmann, a Operação Potiguar III, nome da ação que se iniciou dias antes da passagem de ano, reduziu o número de homicídios de 18, no dia 30, para 11, no dia 31, e apenas um no primeiro dia de 2018.
"A segurança que as Forças Armadas proporcionam espalhou-se por todos os tipos de delito, com uma queda vertical em ações como arrombamento", disse o ministro. A Operação Potiguar III incluiu 380 patrulhas e rondas e, só na noite de passagem de ano, circulavam 90 viaturas pelas ruas de Natal e de outras cidades, detalhou o tenente- -coronel Igor Lessa Pasinato, que lidera a intervenção. Jungmann sublinhou porém que uma operação deste tipo - a terceira desde 2016 - não pode tornar-se regra no estado. "É muito onerosa e a Constituição não o permite, cumpre ao estado do Rio Grande do Norte assegurar a ordem."
Mas a greve vai continuar: em reunião na quinta-feira entre o governo do Rio Grande do Norte e as associações que representam a polícia, as partes não chegaram a acordo. Os agentes, que se recusam a sair dos seus batalhões, receberam do governo a garantia de que o pagamento dos salários de novembro, de dezembro e o 13.º mês atrasados será efetuado até dia 12, data prevista para a retirada da Operação Potiguar III. Mas as associações policiais ainda exigiram que o governo não reconheça o movimento como greve para que os envolvidos não sofram punições disciplinares - no último dia de 2017 o juiz desembargador Cláudio Santos havia determinado que os comandantes das polícias militar e civil e do corpo de bombeiros prendessem os agentes responsáveis por provocar e incitar à paralisação. Outra reivindicação passa pelo acesso a melhores equipamentos para as atividades policiais.
Essas melhorias são um dos pontos da discórdia, uma vez que o governo do estado, liderado por Robinson Faria, passa por grave crise financeira. Faria havia anunciado nos primeiros dias de greve que o Rio Grande do Norte receberia 600 milhões de reais (cerca de 160 milhões de euros) do governo federal mas o ministro das Finanças, cujo titular é o pré-candidato às eleições de 2018 Henrique Meirelles, do Partido Social Democrático, o mesmo de Faria, vetou a transferência por recomendação do Tribunal de Contas. O governador recebeu entretanto autorização judicial para usar verbas destinadas à saúde na resolução dos atrasos salariais das forças de segurança.
O governo brasileiro enfrenta outro foco de violência: em Aparecida de Goiânia, no estado de Goiás, registou-se na madrugada de ontem a terceira rebelião em apenas cinco dias, desta vez no complexo prisional Odenir Guimarães, depois de duas na Colónia Agroindustrial do Regime Semiaberto. O balanço até agora é de nove presos mortos e 14 feridos.
A Secretaria de Segurança do estado de Goiás assegurou, entretanto, que o terceiro motim está controlado, graças à ação do Grupo de Operações Penitenciárias Especiais. A primeira rebelião, ocorrida no dia 1, a mais grave das três, causou nove mortos após detidos cavarem um buraco na parede e entrarem numa ala onde estava uma fação rival. No meio da confusão que se gerou, 233 presos fugiram, tendo 29 sido já recapturados, 127 voltaram voluntariamente à cadeia e 77 continuam a monte.
Fonte Diário de Noticias
A greve da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte, no Brasil, iniciada no passado dia 19 de dezembro e sem previsão de terminar, está na origem de 101 homicídios no estado, a maioria deles na capital Natal e nos seus subúrbios. Os agentes reclamam o pagamento dos salários de novembro, dezembro e 13.º mês de 2017 e melhores condições de trabalho. O governo do estado, que atravessa grave crise financeira, alega que a greve é inconstitucional, apoiando-se em decisão do ano passado do Supremo Tribunal Federal que considerou ilegais paralisações de polícias e agentes penitenciários. Desde há uma semana um contingente das Forças Armadas opera no local, por decisão do Palácio do Planalto.
A estimativa de 101 mortes relacionadas com a falta de policiamento é do Observatório da Violência Letal Intencional do Rio Grande do Norte, que listou todas as vítimas, a maioria delas mortas após ataque com armas de fogo em Natal, em Mossoró e noutras cidades do estado do Nordeste do país. Para suster a onda de violência, Raul Jungmann, o ministro da Defesa do governo liderado por Michel Temer, enviou 2800 elementos das Forças Armadas para a região. Segundo Jungmann, a Operação Potiguar III, nome da ação que se iniciou dias antes da passagem de ano, reduziu o número de homicídios de 18, no dia 30, para 11, no dia 31, e apenas um no primeiro dia de 2018.
"A segurança que as Forças Armadas proporcionam espalhou-se por todos os tipos de delito, com uma queda vertical em ações como arrombamento", disse o ministro. A Operação Potiguar III incluiu 380 patrulhas e rondas e, só na noite de passagem de ano, circulavam 90 viaturas pelas ruas de Natal e de outras cidades, detalhou o tenente- -coronel Igor Lessa Pasinato, que lidera a intervenção. Jungmann sublinhou porém que uma operação deste tipo - a terceira desde 2016 - não pode tornar-se regra no estado. "É muito onerosa e a Constituição não o permite, cumpre ao estado do Rio Grande do Norte assegurar a ordem."
Mas a greve vai continuar: em reunião na quinta-feira entre o governo do Rio Grande do Norte e as associações que representam a polícia, as partes não chegaram a acordo. Os agentes, que se recusam a sair dos seus batalhões, receberam do governo a garantia de que o pagamento dos salários de novembro, de dezembro e o 13.º mês atrasados será efetuado até dia 12, data prevista para a retirada da Operação Potiguar III. Mas as associações policiais ainda exigiram que o governo não reconheça o movimento como greve para que os envolvidos não sofram punições disciplinares - no último dia de 2017 o juiz desembargador Cláudio Santos havia determinado que os comandantes das polícias militar e civil e do corpo de bombeiros prendessem os agentes responsáveis por provocar e incitar à paralisação. Outra reivindicação passa pelo acesso a melhores equipamentos para as atividades policiais.
Essas melhorias são um dos pontos da discórdia, uma vez que o governo do estado, liderado por Robinson Faria, passa por grave crise financeira. Faria havia anunciado nos primeiros dias de greve que o Rio Grande do Norte receberia 600 milhões de reais (cerca de 160 milhões de euros) do governo federal mas o ministro das Finanças, cujo titular é o pré-candidato às eleições de 2018 Henrique Meirelles, do Partido Social Democrático, o mesmo de Faria, vetou a transferência por recomendação do Tribunal de Contas. O governador recebeu entretanto autorização judicial para usar verbas destinadas à saúde na resolução dos atrasos salariais das forças de segurança.
O governo brasileiro enfrenta outro foco de violência: em Aparecida de Goiânia, no estado de Goiás, registou-se na madrugada de ontem a terceira rebelião em apenas cinco dias, desta vez no complexo prisional Odenir Guimarães, depois de duas na Colónia Agroindustrial do Regime Semiaberto. O balanço até agora é de nove presos mortos e 14 feridos.
A Secretaria de Segurança do estado de Goiás assegurou, entretanto, que o terceiro motim está controlado, graças à ação do Grupo de Operações Penitenciárias Especiais. A primeira rebelião, ocorrida no dia 1, a mais grave das três, causou nove mortos após detidos cavarem um buraco na parede e entrarem numa ala onde estava uma fação rival. No meio da confusão que se gerou, 233 presos fugiram, tendo 29 sido já recapturados, 127 voltaram voluntariamente à cadeia e 77 continuam a monte.
Fonte Diário de Noticias
LUTO PM MG
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