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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Governo do ES transfere controle da segurança às Forças Armadas


DEPUTADO SARGENTO RODRIGUES APOIA MOVIMENTO DOS FAMILIARES DOS MILITARES DE MINAS


Boa noite, fico muito feliz em saber que os familiares dos Policiais em Minas estão acompanhando nossas lutas em defesa da classe. Estou a disposição das mulheres de nossos bravos companheiros que todos os dias arriscam suas vidas para defender a sociedade. Em Minas estamos convivendo com o abandono deste governo do PT. Mais de um ano de atraso dos salários, há dois anos que a atual gestão nao paga férias prêmio, ajuda de custo, diárias e nossas famílias tem ainda que pagar juros absurdos de vários compromissos assumidos pelo atraso do pagamento. Precisamos dar um basta em Minas Gerais. Estou de plantão aqui na Almg e pronto para dar total apoio a essas guerreiras esposas de nossos companheiros. Caso queiram podemos marcar uma data para primeira manifestação, vamos providenciar carro de som e o que for preciso. Chamaremos nossos companheiros da reserva e reformados para engrossar nossa mobilização. Contem comigo sempre à disposição em defesa se nossa classe. Deputado Sargento Rodrigues !

ESPOSAS QUE ESTÃO A FRENTE? POLLY SOUZA E ROSINHA FARIA


Fonte: blogdarenata.com

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Justiça solta 70 estupradores e homicidas em SC e MP recorre

Após rebelião, juiz alega superlotação e diz que beneficiados estavam no semiaberto
Florianópolis. O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) tenta reverter uma decisão da Justiça que liberou 70 presos, entre eles, condenados por estupro de vulnerável e homicídio. A decisão foi de dois juízes, após rebelião no Presídio Regional de Lages, na região serrana, no dia 19 de janeiro. O presídio estava superlotado.

Eram 267 homens em um espaço com capacidade para metade deles. Durante a rebelião, os detentos queimaram colchões, dez prisioneiros foram hospitalizados – um continua internado –, e 14 celas foram destruídas.

A Secretaria de Justiça e Cidadania transferiu 82 homens para outras unidades prisionais. Mesmo assim, por entender que não havia vagas para os prisioneiros diante dos prejuízos causados no prédio, o juiz beneficiou os detentos com a prisão domiciliar.

O MP-SC entrou com mandado de segurança, no sábado, dia 28, por entender que a liberação foi “ilegal e abusiva”. O promotor Leonardo Cazonatti Marcinko, que solicitou o mandado de segurança ao Tribunal de Justiça, disse que não foram analisados os crimes nem o grau de periculosidade dos prisioneiros e que “a soltura indiscriminada premia os presos por atos de baderna e destruição no sistema prisional”.

O juiz Geraldo Bastos, que atua na 10ª Vara Criminal de Lages, explicou que os homens liberados cumpriam penas no regime semiaberto. Portanto, pernoitarão em casa em vez de dormirem na unidade prisional, enquanto o prédio é reformado.

Separação. Já em Mossoró, no Rio Grande do Norte, o Ministério Público Federal (MPF) enviou uma recomendação ao Ministério da Justiça e ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen) para que seja providenciada a total separação dos presos pertencentes às diferentes facções criminosas, dentro da penitenciária federal localizada naquele município.

Em uma inspeção, o procurador da República Emanuel Ferreira (autor da recomendação) conversou com diretores e chefes administrativos da penitenciária e ouviu relatos quanto ao temor dos agentes de que, devido ao aumento do número de presos, não seja mais possível efetuar a devida separação das facções, de modo a evitar possíveis confrontos.

O TEMPO

Pimentel descarta colapso financeiro em Minas e evita fazer acordo duro com a União

Embora tenha decretado calamidade financeira no fim do ano passado, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, avalia que o estado está longe de um colapso semelhante ao visto no Rio de Janeiro, afastando a necessidade de se comprometer com medidas duras para garantir ajuda da União.

A situação da economia mineira, no entanto, é semelhante à que o governo fluminense passou a viver há pouco mais de um ano, no início do processo que culminou no calote de dívidas e no pedido de socorro ao governo federal. Nas contas da área econômica da União, a falta de dinheiro será um problema real para Minas até o fim do ano.

Com despesas maiores que as receitas, o estado dificilmente terá crédito dos bancos sem aval da União. Adversário político do governo do presidente Michel Temer (PMDB), o petista Fernando Pimentel não deve encontrar tanto respaldo a um pedido de ajuda. A esperança reside em um fator ainda incerto: a retomada do crescimento do país.

O estado já convive com parcelamento de salários, dificuldades para pagar fornecedores, déficits recorrentes e rombo crescente na Previdência. No entanto, Pimentel não encaminhou projetos como a elevação da alíquota previdenciária dos servidores para 14% e a criação de teto de gastos, mesmo tendo assinado o pacto dos governadores pela austeridade fiscal, que previa os dois compromissos. “Não há previsão de aumento da contribuição previdenciária para os servidores públicos de Minas Gerais”, afirmou a Secretaria de Fazenda em nota.

“Não fizeram nada ainda. É a mesma coisa do Rio no início. É que o ônus para o governador é muito grande, porque é do PT. Pedir a bênção do governo de Michel Temer politicamente é muito ruim”, diz um integrante da equipe econômica.

O próprio secretário de Fazenda de Minas, José Afonso Bicalho, reconheceu que o estado terá de aportar R$ 30 bilhões nos próximos três ou quatro anos para equilibrar o fundo previdenciário dos servidores. O governo mineiro, contudo, não procurou o Ministério da Fazenda para iniciar tratativas por um acordo de recuperação fiscal, como já fizeram Rio e Rio Grande do Sul, que também decretaram calamidade financeira.

Lei Kandir

Pimentel diz que aceita apenas uma negociação: um “encontro de contas” em que o estado cobra uma fatura bilionária de perdas causadas pela Lei Kandir (que isenta impostos estaduais nas exportações). “Essa é a negociação que nos interessa, essa eu me disponho a conversar”, disse à Agência Estado. “Minas tem R$ 92 bilhões de perdas desde o início de vigência da lei (1996) até hoje. E nossa dívida hoje com a União é de R$ 60 bilhões e pouco. Portanto, nós somos credores virtuais da União.”

No ano passado, Minas teve déficit de R$ 4,2 bilhões, menos do que a meta oficial de R$ 8,9 bilhões negativos. Contudo, foi o terceiro ano seguido em que as contas fecharam no vermelho. Para este ano, a meta é negativa em R$ 8,06 bilhões.

Na área econômica, o diagnóstico é de que Minas tem um rombo nas finanças e não encontra solução. O estado tem nota de classificação D, uma das piores – ultrapassou o nível máximo de endividamento no último quadrimestre de 2016 e está proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de obter novos créditos.

Pimentel diz que o Minas já implementou uma série de medidas para minimizar o rombo. Essa lista, no entanto, inclui iniciativas de menor impacto, como reestruturação administrativa e maior fiscalização e mudanças pontuais no ICMS, principal tributo estadual. A aposta da equipe mineira é criar um fundo com ativos imobiliários e vender cotas, que pagarão determinada taxa aos investidores. O dinheiro dessa venda serviria para capitalizar a Previdência.


http://www.itatiaia.com.br/

Concurso Polícia Civil DF 2017 – PCDF – Edital e Inscrições


Confira as últimas notícias, editais, provas, inscrições e conteúdo programático da Polícia Civil do Distrito Federal.


Os interessados em ingressar na carreira pública tiveram outra grande oportunidade em 2016. A Polícia Civil do Distrito Federal abriu concurso para preenchimento de 100 vagas nos cargos de Perito Criminal.

As 20 primeiras tinham caráter de convocação imediata e as outras 80 serviriam para a formação de cadastro de reserva. Poderiam se inscrever no concurso candidatos formados em Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciência da Computação/Informática, Engenharia, Farmácia/Bioquímica, Física, Geologia, Odontologia e Química.

Em 2015, o Distrito Federal já tinha realizado certame com 200 vagas para Delegado, sendo que 100 delas eram para contratação imediata e as outras 100 para formação de cadastro de reserva. Dois anos antes, em 2013, outro concurso foi realizado para o cargo Escrivão da Polícia. A estabilidade, benefícios e o plano de carreira mobilizaram 28.472 inscritos para 100 vagas disponíveis.

A grande concorrência poderia ser driblada se o candidato adotasse estratégias eficientes de estudo e rotinas específicas. A escolha do material correto e o planejamento adequado é indispensável para a aprovação.

Remuneração Polícia Civil DF

O salário inicial para o cargo de Perito Criminal é de R$ 16.830,35 para jornada de trabalho de 40 horas por semana. O cargo de delegado tinha, conforme o edital de 2015, o vencimento que variava de R$8.284,55 à R$15.370,64. Por fim, o salário para Escrivão de Polícia, possuía valor mensal de R$ 7.890,05.

Requisitos Concurso Polícia Civil DF

Estar em gozo dos direitos políticos.
Estar quite com as obrigações militares, em caso de candidato do sexo masculino.
Estar quite com as obrigações eleitorais.
Ter idade mínima de dezoito anos completos na data da posse.
Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo.
Possuir Carteira Nacional de Habilitação, categoria “B” ou superior em plena validade.
Possuir os requisitos psicológicos compatíveis com as atribuições do cargo.
Serão aferidos por meio de sindicância de vida pregressa e investigação social.
Não estar cumprindo sanção por inidoneidade, aplicada por qualquer órgão público federal, distrital, estadual ou municipal.
Para cargos específicos, o concurso contava com a exigência de ensino superior em qualquer área para o cargo de Escrivão de Polícia. Para Delegado, o candidato deveria possuir curso superior em direito, com três anos de exercício pleno da profissão.

Últimos editais do Concurso Polícia Civil DF

O concurso da Polícia Civil é organizado pela Instituição CESPE-UnB. Os editais e provas estão disponibilizados no link.

http://www.cespe.unb.br/concursos/pc_df_13_escrivao/
http://www.cespe.unb.br/concursos/pc_df_13_agente/
http://www.cespe.unb.br/concursos/sds_pe_16_civil/
Concurso Polícia Civil DF 2017/8 – PCDF 2017/8

A realização de um concurso nos próximos anos é uma estratégia favorável para manter a balança de servidores da polícia civil equilibrada. O governo do DF já se prontificou no investimento de mais cargos de polícia, conforme a arrecadação positiva nas contas. Logo, um concurso nos próximos três anos, pode acontecer.

http://editalconcursosbrasil.com.br/

Reforma da Previdência assusta e aposentadorias na PMDF sobem 1.000%

De 97 solicitações entre final de 2015 e início de 2016, pedidos saltaram para 1.008 em apenas dois meses. Debandada ameaça segurança do DF


Desde que o governo federal anunciou mais uma  Reforma da Previdência, em dezembro do ano passado, os brasileiros estão em alerta para não perder benefícios e ter que trabalhar mais tempo. Com os servidores públicos não é diferente. Pedidos de aposentadoria se multiplicaram nas repartições. Na Polícia Militar do DF, as solicitações subiram tanto que já preocupam, colocando em risco a segurança oferecida à população.

Somente entre dezembro de 2016 e janeiro deste ano, 1.008 PMs deram entrada na reserva remunerada, aumento de quase 1.000% em relação ao mesmo período de 2015/2016, com 97 pedidos.

Os dados da própria corporação mostram o motivo da preocupação que atinge gestores, associações e especialistas. Em todo o ano de 2016, os pedidos de aposentadoria chegaram a 1.337. Apenas em janeiro deste ano, foram 863.


A debandada dos policiais está exigindo malabarismos na hora de planejar as estratégias de proteção ao cidadão. O efetivo atual, de 12,2 mil militares, que se revezam em escalas para garantir o policiamento ostensivo nas ruas da cidade, é insuficiente e está defasado.
Em visita ao Metrópoles, o comandante-geral da PMDF, coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira, afirmou que tem feito remanejamentos constantes, retirando pessoal da área administrativa e enviando para as ruas.

Ele admitiu que a situação se agrava em virtude da quantidade de manifestações políticas que vêm sendo realizadas no Distrito Federal. “Estamos fazendo um grande esforço e a redução nas estatísticas criminais mostra que está dando certo”, afirmou aliviado.

À medida que os policiais deixam a corporação, cresce o desafio do comando de manter a segurança na capital do país, segundo avalia o especialista em Segurança Pública Nelson Gonçalves de Souza.

“Já enfrentamos hoje uma dificuldade enorme porque há muito tempo não ocorre contratação. Como a rotina policial é feita em regime de escala, o efetivo na rua será cada vez menor. O cenário é, de fato, muito ruim. O comando vai ter que fazer cada vez mais e cada vez com menos”, afirma o especialista.

Impacto
A Associação dos Oficiais da Polícia Militar (Asof) vê as aposentadorias com preocupação. O presidente da entidade, coronel Rogério Leão, afirma que a situação vai impactar diretamente na segurança do brasiliense.

A Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares do DF (Aspra) trata as mudanças como um “retrocesso na segurança pública do país”. O vice-presidente da entidade, Manoel Sansão, afirma que o nível do trabalho está caindo no Brasil e vai piorar com as aposentadorias. “Temos uma polícia desmotivada”, resume.

Uma alternativa da Secretaria de Segurança do DF para tentar diminuir o impacto da saída dos agentes é a realização de um concurso para a contratação de novos PMs. Segundo a pasta, “está em andamento um edital para contratação de 200 novos oficiais e um outro para contratar a banca examinadora que será responsável pelo andamento de concurso público para a contratação de 2 mil soldados.”

Mudanças
A Reforma da Previdência define idade mínima de 65 anos para a aposentadoria e estabelece que só receberá o teto da previdência quem contribuir por 49 anos completos.

Caso o projeto passe da forma como está, a corporação afirma que os policiais, ao se aposentarem, receberão cerca de 85% dos vencimentos, adotando a média de salário dos cargos ocupados ao longo da carreira. Atualmente, eles recebem o salário integral.

Além disso, caso militares não gozem dos três períodos de licença remunerada que têm direito, só receberão uma delas, assim como, ainda que acumulem várias férias antes da aposentadoria, terão o pagamento de apenas duas.

http://www.metropoles.com/

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

A Assessoria de Comunicação da AMT visita o Cel Piccinini


Em visita realizada dia 27/01 ao Clube dos Oficiais da Polícia Militar de MG, o jornalista e assessor de comunicação da AMT-PM/BM Renato Cury, juntamente com o jornalista e assessor parlamentar Gregório José e o CB Freitas estiveram com o presidente da entidade, Sr. Cel. Piccinini, agora deputado estadual pelo PSB, cargo que assumiu dia 1º último, por ocasião de sua primeira suplência no mesmo.
Na entrevista ao jornalista Gregório José, o Cel. Piccinini falou da importância de seu trabalho frente ao COPM, com seus mais de 7 mil associados, oferecendo o que há de melhor em lazer, entretenimento e restaurante, bem como falou da relevância em estar assumindo a responsabilidade de ser deputado estadual e representar a classe dos militares na assembléia e perante o governo.
Acompanhando as visitas pelo clube, mostrou aos mesmos as piscinas, o restaurante, academia, salas de jogos, os alojamentos e demais dependências.
Disse que oportunamente vai realizar uma visita em nossa cidade, para levar à capital as principais reivindicações.