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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

"Eu imaginei que o Zema seria fraco, mas ele está se mostrando mais fraco do que ele parecia ser, Zema, você não vai aguentar." Eduardo Costa MG no ar.

Reportagem de 10 minutos sobre a manifestação dos operadores de segurança pública no MG no ar na manhã dessa segunda feira 25/02.

Programa totalmente favorável ao movimento.

Sgt Heder (Aspra) falou muito bem, disse que o motivo é fome, latas vazias e que os os movimentos irão continuar.

Passou um agente penitenciário chorando, dizendo que deixou a esposa grávida em Juiz de fora para vir ao movimento e que o fechamento da rodovia foi necessário devido a morosidade do governador em emitir uma nota. "O governador está lá dentro no ar condicionado e a gente vem sofrendo aqui fora devido a falta de posicionamento dele" acrescentou o agente .

E por fim o coronel Mendonça fechou explanando que só o executivo paga a conta da crise do estado, enquanto isso juízes, ministério público e assembleia estão recebendo em dia. "As latas estão vazias e o movimento é necessário, estamos lutando por direitos não por privilégios, iremos continuar mobilizados" disse Mendonça.

Eduardo Costa criticou somente o bloqueio da via e disse que o Zema é fraco e não vai aguentar, inclusive ele dormiu no palácio final de semana. O mesmo palácio que ele disse que iria virar museu durante a campanha. Dormiu lá por medo.

"Eu imaginei que o Zema seria fraco, mas ele está se mostrando mais fraco do que ele parecia ser, Zema, você não vai aguentar." Eduardo Costa MG no ar.

Deputados de Minas vão perder auxílio-moradia

Mesa Diretora da Assembleia vai adotar regra do Judiciário e acabar, já nesta semana, com regalia para parlamentares - ou cônjuges - que tiverem imóvel em Belo Horizonte

Sem argumento jurídico que justifique o pagamento de R$ 4.377,73 mensais para custear a moradia de todos os 77 deputados estaduais em Belo Horizonte, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa apresenta nesta semana deliberação em que acaba com a verba para os parlamentares que tenham imóvel na capital. A regra vale também para aqueles cujos cônjuges sejam proprietários do bem. Para se ter uma ideia, em janeiro a Casa gastou com o benefício R$ 173.640,55. O número de deputados que receberam o auxílio-moradia, no entanto, não foi informado pela Assembleia.


Desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu liminares que garantiam o pagamento do auxílio-moradia aos juízes e desembargadores, o Legislativo ficou sem justificativa legal para pagar a mesma regalia para os deputados. É que os contracheques e benefícios entre os poderes são vinculados, conforme determina a Constituição Federal. Em conjunto com a Procuradoria da Casa, o texto da Mesa Diretora deverá seguir à risca as normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que em dezembro do ano passado limitou o acesso à verba pelos juízes e desembargadores a partir de 1º de janeiro.

Assim como no Judiciário, o benefício não poderá ser pago para aquele deputado que tiver imóvel em Belo Horizonte ou que resida em moradia registrada em nome do cônjuge. Também está vedado o pagamento da verba para quem resida com alguém (cônjuge ou mesmo os pais) que recebam ajuda de custo para moradia ou auxílio-moradia. Seria o caso, por exemplo, de parlamentar que more com um membro do Judiciário ou Ministério Público que receba o benefício.

O recebimento da indenização corresponderá àquele apresentado em nota que comprove a despesa com aluguel de moradia ou hospedagem em hotel, vedada a utilização para o custeio de despesas com condomínio, telefone, alimentação, impostos e taxas de serviço. Atualmente, o parlamentar pode optar por não apresentar comprovação do gasto, mas, nesse caso, a verba passa a ser considerada remuneratória e há o desconto do Imposto de Renda sobre os R$ 4.377,73.

“Vamos seguir exatamente o que diz a resolução do CNJ. Mas é justo que quem não tenha imóvel receba o auxílio-moradia”, informou o deputado Alencar da Silveira Júnior (PDT), terceiro-vice-presidente da Assembleia. Embora tenha imóvel na capital, o parlamentar optou por receber a verba neste mês, mas assegurou que vai doar o valor para uma associação de deficientes em Itabirito. Assim que a deliberação for apresentada, o auxílio-moradia estará suspenso para todos os deputados. Quem comprovar que tem direito e quiser receber a verba terá que apresentar um requerimento à Casa.

Para disputar as eleições, todos os candidatos tiveram que apresentar a relação de bens ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG). A reportagem fez levantamento no site do TRE mineiro e verificou que, entre os 77 eleitos, 21 não relataram imóveis na declaração. Os outros 56 afirmaram ter o bem, mas não informaram em qual cidade. A legislação brasileira não traz essa obrigatoriedade.

Apenas dois deputados declararam ter apartamento em Belo Horizonte: Mário Henrique Caixa (PV) e Bartô (Novo), sendo que este último antes mesmo da posse apresentou documento na Casa abrindo mão do auxílio-moradia e da verba do paletó. Já Glycon Franco (PV) e Inácio Franco (PV) têm imóveis em Conselheiro Lafaiete e Pará de Minas, respectivamente.
Restrição
O auxílio-moradia ficou restrito na Assembleia entre janeiro de 2014 e fevereiro de 2015. Diante da pressão popular e após o Estado de Minas mostrar que muitos dos beneficiários tinham imóveis luxuosos em BH e cidades do entorno da capital, a Casa editou norma restringindo o benefício, que passou a ser exclusivo para deputados que comprovassem não ter moradia na capital ou na região metropolitana.

O texto ainda proibia o pagamento para aqueles que tivessem residência em nome do cônjuge, mas foi retirado na redação final.

Em fevereiro de 2015, no entanto, em uma votação relâmpago no plenário da Assembleia. Os parlamentares aprovaram a volta do benefício para qualquer deputado, mesmo aqueles que tinham casa própria. E dois meses depois, em 13 de abril, a Mesa Diretora, sob o comando do então presidente Adalclever Lopes (MDB), reajustou o valor de R$ 2.850 para R$ 4.377,73, mesma quantia que passou a ser paga aos integrantes do Judiciário e do Ministério Público.

Fonte: Em.com.br

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Reforma da Previdência: veja qual é a proposta para policiais civis, federais e agentes penitenciários

Proposta de reforma foi entregue nesta quarta-feira pelo presidente Bolsonaro ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

O governo apresentou nesta quarta-feira (20) a proposta de reforma da Previdência, com previsão de mudança mudança na idade mínima para se aposentar e abrangência dos setores público e privado. No entanto, para policiais civis, federais e agentes penitenciários e socioeducativos, há regras diferentes do regime geral.

Veja abaixo quais são:

Idade mínima
Como é: Pela regra atual, não há idade mínima para que os policiais civis e federais possam se aposentar. Os agentes penitenciários e socioeducativos não possuem regra especial.

Como pode ficar: Pela proposta do governo, para conseguir se aposentar, policiais civis, federais e agentes penitenciários precisarão ter, no mínimo, 55 anos - tanto homens quanto mulheres. O número é menor que a idade mínima do regime geral, com 62 anos para mulheres e 65 para homens.

Tempo de contribuição
Como é: 30 anos para homens, com 20 de exercício, e 25 para mulheres, com 15 de exercício.

Como pode ficar: Para policiais civis e federais, o tempo mínimo seria de 25 anos para mulheres (desde que tenham 15 anos de tempo de exercício) e 30 para homens (com 20 anos de tempo de exercício). Já para agentes, o tempo mínimo é de 20 anos, tanto homens quanto mulheres.

O tempo de exercício, no entanto, será progressivo, até chegar a 20 anos para mulheres e 25 para homens.

Militares
As regras para a aposentadoria dos militares ficaram de fora da proposta de reforma apresentada pelo governo Bolsonaro. O secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse nesta quarta-feira (20) que em até 30 dias o governo apresentará um projeto com mudanças nas regras do regime de previdência dos militares.

Fonte G1

Regime atual de aposentadoria de políticos será extinto com reforma

Políticos passam automaticamente para Regime Geral de Previdência Social, ou seja, vão se aposentar com as mesmas regras dos trabalhadores da iniciativa privada

O Ministério da Economia anunciou que o regime atual de aposentadoria dos políticos será extinto. Os novos eleitos passarão a fazer parte automaticamente do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Ou seja, vão se aposentar com as mesmas regras dos trabalhadores da iniciativa privada.

A nova regra foi divulgada na manhã desta quarta-feira (20/2) durante coletiva de imprensa. Na legislação atual, parlamentares podem se aposentar com 60 anos de idade para homens e mulheres ou com 35 anos de contribuição. Ele recebe 1/35 do salário de cada ano de parlamentar.

Considerando que os parlamentares recebem R$ 33.763 em 12 meses, a aposentadoria deles equivale a R$ 11,5 mil por mês atualmente.

Com isso, na regra de transição, os deputados e senadores só poderão se aposentar com 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres), sendo que, caso queira se aposentar antes, terá que pagar um pedágio de 30% do tempo de contribuição que falta para se aposentar.

O teto dos benefícios será o mesmo para os políticos e iniciativa privada.

Fonte Em.com.br

Primeira parcela do 13° salario já esta em conta!


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Governo Zema leiloa avião do Estado: "a farra dos voos em Minas vai acabar"

O anúncio oficial da venda da aeronave foi publicado na conta oficial do governador Romeu Zema no Instagram

Uma publicação postada na tarde desta quarta-feira (13), na conta oficial do governador Romeu Zema, no Instagram, intrigou os seguidores do administrador. O post em questão anuncia a venda de um avião “muito usado, mas bem conservado”.

A aeronave Learjet, modelo 35A, pertence à frota aérea do governo de Minas Gerais e, de acordo com a legenda postada, é apenas o primeiro avião colocado à venda entre aqueles que serviram aos ex-governadores do Estado. No post, Zema afirmou que “a farra dos voos em Minas vai acabar”.

O lance inicial para o leilão, realizado pelo Sistema Eletrônico de Leilões, gira em torno dos R$ 2 milhões e foi informado que, além do bom estado de conservação, a aeronave está com a manutenção em dia.

Até o momento, a assessoria do governador não informou qual o destino da quantia arrecadada no leilão e nem se outras aeronaves terão o mesmo destino do Learjet.

Interessados podem ler o edital e conferir mais detalhes na página: planejamento.mg.gov.br

Fonte O Tempo

Zema ainda vai sentir muita saudade do avião que está vendendo

O governador já se imaginou pegando quase 600 km de estrada para inaugurar uma obra em Capelinha?

O governador Romeu Zema já se imaginou pegando quase 600 km de estrada com pouco trânsito – ou seja, mais insegura – para inaugurar uma obra em Capelinha? A comitiva terá quantos seguranças? E quantos carros? O governador ficará fora da Cidade Administrativa o dia inteiro? Vai cancelar toda a sua agenda? Ou o Vale do Jequitinhonha não vai conhecer seu governador? E os milhares de grotões de um estado que é maior do que a Espanha?

Vai usar avião de carreira? Não para Capelinha, é claro, mas para lugares que tenham aeroporto e não simples pistas de pouso. Neste caso, vai chegar uma hora antes para fazer o check-in e tomar uma cafezinho enquanto aguarda? E mais: vai aguentar impávido as livres manifestações de passageiros revoltados, quando começar a tomar medidas duras, que são tão necessárias?

Algo no ar – e não são os aviões de carreira – está nos dizendo que o governador ainda vai sentir muita saudade dos aviões e helicópteros que está colocando à venda.


Fonte Novos Inconfidentes