O governo de Minas Gerais remunera 102,6 mil servidores públicos investigados pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) por acúmulo ilegal de cargos. O presidente do órgão, conselheiro Cláudio Terrão, diz que a prática é proibida.
Nesta semana, ele divulgou o levantamento da folha de pagamento de 1,7 milhão de servidores públicos estaduais e municipais.
Também foram listadas 184 pessoas mortas que, segundo o presidente do TCE, permanecem na folha de pagamento do estado recebendo salário.
"Identificamos situações gravíssimas, que vêm ocorrendo há cerca de quatro ou cinco anos, em que as pessoas constam do cadastro de falecidos e outras recebem [o dinheiro] por elas", afirmou o presidente do TCE.
O estudo aponta 4.352 servidores com indícios de "acumulações gravíssimas", como funcionários que têm até dez cargos diferentes.
Terrão disse que a lei proíbe o acúmulo de mais de um cargo público. Os poucos casos que são permitidos, como para profissionais de saúde e professores, obrigam que eles consigam conciliar os dois expedientes.
"A Constituição permite apenas o acúmulo de dois cargos e em casos muitos especiais, como é a questão dos médicos e professores. Fora dessa situação não se podem acumular cargos", afirmou Terrão.
O prejuízo é estimado pelo tribunal em cerca de R$ 480 milhões mensais, ou algo em torno de R$ 5,8 bilhões por ano.
"Com o cruzamento de dados do cadastro do funcionalismo, que inclui prefeituras e todos os órgãos do estado, o tribunal também vai caçar quem ganha mais do que o teto constitucional e os servidores fantasmas, que somente aparecem para receber e não trabalham", disse o conselheiro.
Minas está em calamidade financeira desde 2016
O governador Fernando Pimentel (PT), que enfrenta um processo de impeachment na Assembleia Legislativa, decretou estado de calamidade financeira no fim de 2016.
Há dois anos, o governo mineiro faz escalonamento dos salários dos servidores do Executivo e, mesmo as datas programadas, três vezes ao mês, não são cumpridas. Há também atraso no pagamento de fornecedores e dos duodécimos aos Poderes Legislativo e Judiciário. As prefeituras estão recebendo com atraso os repasses do governo estadual.
O déficit público atingiu o valor de R$ 9,76 bilhões no ano passado. A previsão para 2018 é de uma receita de R$ 92,97 bilhões e despesa de R$ 101,05 bilhões, com a máquina pública mineira acumulando um déficit de R$ 8,08 bilhões.
Médicos acumulam cem horas de trabalho por semana Belo Horizonte é a cidade mineira com mais servidores acumulando cargos irregularmente: 4.263 funcionários. Betim vem na sequência com 3.108 servidores, e Contagem, com 1.869 funcionários. Os dois municípios ficam na região metropolitana da capital.
Em um dos casos, foi detectado que uma médica aposentada de Belo Horizonte trabalha simultaneamente em seis órgãos públicos, totalizando uma carga horária semanal de 108 horas e uma remuneração de R$ 47.833.
Outro exemplo é um médico urologista que mantém cinco vínculos em diferentes unidades médicas da região metropolitana de Belo Horizonte, com 96 horas semanais de trabalho. Ele é servidor em Contagem e atende também em outros três municípios da Região Metropolitana.
De acordo com o levantamento, o órgão com maiores irregularidades é a Secretaria de Educação: 89.774 agentes com indícios de acumulação ilícita. Em segundo lugar, está a Fhemig (Fundação Hospitalar de Minas Gerais), com 3.181 agentes suspeitos.
O que dizem governo, prefeituras e órgãos públicos? Por meio de nota, a assessoria do prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), informou que a Controladoria e a Procuradoria do município instauraram procedimentos preliminares para apuração das informações prestadas pelo TCE.
"Se constatada qualquer irregularidade, a prefeitura adotará medidas disciplinares e, se for o caso, o devido ressarcimento ao erário", informa a nota.
A assessoria do prefeito de Betim, Vittorio Medioli (Podemos), afirmou que a Procuradoria do município vai contratar auditoria para investigar possíveis irregularidades, desvios e ilícitos na folha de pagamento.
"A prefeitura já solicitou ao TCE cópia do levantamento. Assim que estiver de posse do mesmo, irá adotar as medidas legais cabíveis", diz o comunicado.
O prefeito de Contagem, Alex de Freitas (PSDB), também por meio de sua assessoria, disse que está analisando os dados apontados no relatório do TCE. "Caso sejam constatadas irregularidades, elas serão sanadas."
A assessoria do governador disse que não iria comentar o levantamento do TCE. A Secretaria de Educação afirmou que ainda não foi notificada pelo TCE sobre as irregularidades e que só comentaria o assunto após recebimento das denúncias oficialmente. A Fhemig, por sua vez, informou que faz anualmente um levantamento para analisar a ocupação de cargos, empregos e funções públicas exercidas pelos servidores do órgão, com a finalidade de constatar irregularidades.
"Quando da existência de acúmulo de cargos, a unidade em que o servidor estiver lotado instrui o processo e envia ao setor administrativo, para validação e encaminhamento à Secretaria de Planejamento e Gestão, órgão responsável pela decisão de licitude ou ilicitude da acumulação", diz a nota.
Fonte Oul Noticias
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sexta-feira, 4 de maio de 2018
Mais uma vez, Governo de Minas descumpre acordo com os municípios
AMM aciona PGR pela intervenção no Estado
No dia 2 de fevereiro de 2018, a Associação Mineira de Municípios (AMM) reuniu mais de 400 prefeitos na Cidade Administrativa, quando foi dado 45 dias para o Governo do Estado de Minas Gerais quitar os débitos com os municípios mineiros. O dia 19 de março foi a data estipulada pelos prefeitos para a quitação da dívida e o Estado prometeu solucionar a questão em 90 dias. O prazo venceu ontem, dia 2 de maio, e, mais uma vez, nada foi oficializado. A dívida com os repasses de ICMS e IPVA passa dos R$ 1,2 bilhão.
Com essa situação, na manhã desta quinta-feira, 3, o prefeito de Moema e presidente da AMM, Julvan Lacerda, 1º vice-presidente eleito da CNM, protocolou representação direcionada à procuradora-geral da República, Raquel Elias Ferreira Dodge, solicitando intervenção no Estado de Minas Gerais. A representação (PGR-00228561/2018) foi protocolada praticamente um ano após o início dos constantes atrasos dessas transferências. Ao longo desse período, a AMM organizou intensas mobilizações, reunindo mais de 500 prefeitos em eventos na Associação, no CREA-MG, em 10 cidades do Estado, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e, inclusive, na casa do Governo Mineiro – Cidade Administrativa.
“Ontem, venceram os 90 dias e o Governo não nos deu sequer satisfação sobre os pagamentos. Estamos aqui na Procuradoria-Geral da República para entregar esta representação, após fazer o mesmo no Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais e pedir socorro ao Ministério Público, à Assembleia Legislativa e as prefeituras moverem mais de 160 ações judiciais, porque os municípios não aguentam mais”, afirmou Julvan Lacerda.
Fonte Site AMM
No dia 2 de fevereiro de 2018, a Associação Mineira de Municípios (AMM) reuniu mais de 400 prefeitos na Cidade Administrativa, quando foi dado 45 dias para o Governo do Estado de Minas Gerais quitar os débitos com os municípios mineiros. O dia 19 de março foi a data estipulada pelos prefeitos para a quitação da dívida e o Estado prometeu solucionar a questão em 90 dias. O prazo venceu ontem, dia 2 de maio, e, mais uma vez, nada foi oficializado. A dívida com os repasses de ICMS e IPVA passa dos R$ 1,2 bilhão.
Com essa situação, na manhã desta quinta-feira, 3, o prefeito de Moema e presidente da AMM, Julvan Lacerda, 1º vice-presidente eleito da CNM, protocolou representação direcionada à procuradora-geral da República, Raquel Elias Ferreira Dodge, solicitando intervenção no Estado de Minas Gerais. A representação (PGR-00228561/2018) foi protocolada praticamente um ano após o início dos constantes atrasos dessas transferências. Ao longo desse período, a AMM organizou intensas mobilizações, reunindo mais de 500 prefeitos em eventos na Associação, no CREA-MG, em 10 cidades do Estado, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e, inclusive, na casa do Governo Mineiro – Cidade Administrativa.
“Ontem, venceram os 90 dias e o Governo não nos deu sequer satisfação sobre os pagamentos. Estamos aqui na Procuradoria-Geral da República para entregar esta representação, após fazer o mesmo no Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais e pedir socorro ao Ministério Público, à Assembleia Legislativa e as prefeituras moverem mais de 160 ações judiciais, porque os municípios não aguentam mais”, afirmou Julvan Lacerda.
Fonte Site AMM
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Prazos do processo de impeachment de Fernando Pimentel são suspensos Segundo Durval Ângelo, no ato recebimento não houve verificação de que os princípios necessários para a denúncia estavam presentes
A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) suspendeu os prazos do processo de impeachment contra o governador Fernando Pimentel (PT). O líder do governo, Durval Ângelo (PT), e o primeiro secretário da mesa diretora, Rogério Correia (PT), entraram com questões de ordem apresentando dois pedidos de nulidade processo.
Os pedidos foram aceitos pelo primeiro vice-presidente da Casa, Laffayete Andrada (PRB), que presidia a sessão desta quarta-feira (2).
Agora todos os prazos do processo, como os cinco dias úteis para indicação dos membros da comissão especial do impeachment, ficam suspensos até a análise dos pedidos.
Segundo Laffayete Andrada, não há prazo regimental para analisar as questões de ordem, porém, ele acredita que a decisão saia até a próxima terça-feira.
O pedido de nulidade apresentado por Durval Ângelo questiona o fato do pedido de impeachment ter sido lido pelo vice-presidente Laffayete Andrada, e não pelo presidente da Casa, Adalclever Lopes (PMDB).
Já o pedido apresentado por Rogério Correia questiona o fato de Andrada não ter apresentado as motivações que o levaram aceitar o pedido de impeachment. "Ele só leu o pedido. Andrada não falou quais os motivos para considerar procedente a abertura do processo de impeachment" afirmou Correia.
Oposição
Já o líder da minoria, Gustavo Valadares (PSDB), disse que a oposição enxerga o pedido apenas como um ato protelatório."Não há chance de o processo não prosseguir. Não acredito que o Adalclever aceite esses pedidos. Vamos indicar os membros da comissão especial e iremos votar o impeachment aqui na Assembleia. Esse é um processo que começa, mas ninguém sabe como vai terminar", disse o deputado.
Fonte O Tempo
Os pedidos foram aceitos pelo primeiro vice-presidente da Casa, Laffayete Andrada (PRB), que presidia a sessão desta quarta-feira (2).
Agora todos os prazos do processo, como os cinco dias úteis para indicação dos membros da comissão especial do impeachment, ficam suspensos até a análise dos pedidos.
Segundo Laffayete Andrada, não há prazo regimental para analisar as questões de ordem, porém, ele acredita que a decisão saia até a próxima terça-feira.
O pedido de nulidade apresentado por Durval Ângelo questiona o fato do pedido de impeachment ter sido lido pelo vice-presidente Laffayete Andrada, e não pelo presidente da Casa, Adalclever Lopes (PMDB).
Já o pedido apresentado por Rogério Correia questiona o fato de Andrada não ter apresentado as motivações que o levaram aceitar o pedido de impeachment. "Ele só leu o pedido. Andrada não falou quais os motivos para considerar procedente a abertura do processo de impeachment" afirmou Correia.
Oposição
Já o líder da minoria, Gustavo Valadares (PSDB), disse que a oposição enxerga o pedido apenas como um ato protelatório."Não há chance de o processo não prosseguir. Não acredito que o Adalclever aceite esses pedidos. Vamos indicar os membros da comissão especial e iremos votar o impeachment aqui na Assembleia. Esse é um processo que começa, mas ninguém sabe como vai terminar", disse o deputado.
Fonte O Tempo
Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária da ALMG aprova reajuste de salário de servidores do Ministério Público, do Tribunal de Justiça e do Tribunal de Contas do Estado
Foram aprovados nessa quarta-feira (02/05), na Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária os Projetos de Lei nºs 4.872/17, 4.873/17 e 4.931/18, que versam, respectivamente, sobre a revisão anual de vencimentos e proventos dos servidores do Ministério Público, do Tribunal de Justiça e do Tribunal de Contas do Estado.
De autoria do Procurador-Geral de Justiça, o PL 4.872/17 fixa em 4,08% o percentual da revisão anual dos vencimentos e proventos dos servidores do Quadro de Pessoal dos Serviços Auxiliares do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, retroativo a maio de 2017.
O PL 4.873/17, do TJMG, fixa em 3,2% o índice de revisão para os servidores da instituição, com aplicação também retroativa a maio do ano passado. A revisão também é referente ao ano de 2017.
Já o PL 4.931/18, de autoria do TCE, reajusta em 2,95% os vencimentos e proventos dos servidores da instituição. O PL fixa o percentual de revisão para aplicação a partir de janeiro de 2018 e segue o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apurado no ano de 2017.
Os Projetos de Lei seguem agora para votação em Plenário.
Fonte: Site da ALMG
De autoria do Procurador-Geral de Justiça, o PL 4.872/17 fixa em 4,08% o percentual da revisão anual dos vencimentos e proventos dos servidores do Quadro de Pessoal dos Serviços Auxiliares do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, retroativo a maio de 2017.
O PL 4.873/17, do TJMG, fixa em 3,2% o índice de revisão para os servidores da instituição, com aplicação também retroativa a maio do ano passado. A revisão também é referente ao ano de 2017.
Já o PL 4.931/18, de autoria do TCE, reajusta em 2,95% os vencimentos e proventos dos servidores da instituição. O PL fixa o percentual de revisão para aplicação a partir de janeiro de 2018 e segue o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apurado no ano de 2017.
Os Projetos de Lei seguem agora para votação em Plenário.
Fonte: Site da ALMG
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Seminário internacional discute unificação das polícias Civil e Militar no Brasil
A unificação das polícias Civil e Militar será discutida em seminário internacional na Câmara dos Deputados na próxima quinta-feira (3). O evento é promovido por uma comissão especial da Câmara destinada a analisar a união dos cerca de 425 mil policiais militares e 117 mil policiais civis de todo o País em uma única força que faça o policiamento ostensivo e as investigações criminais. A comissão está em funcionamento desde setembro de 2015.
Durante o seminário, especialistas internacionais vão apresentar aos deputados os resultados colhidos com a atuação de uma polícia única na prevenção e investigação de crimes.
O presidente da comissão especial, deputado Delegado Edson Moreira (PR-MG), considera um “sucesso” a experiência dos outros países.
Ele destacou que o relator, deputado Vinícius Carvalho (PRB-SP), e integrantes do colegiado foram conhecer experiências internacionais.
“Países onde houve a unificação recente foram estudados e, vendo o sucesso que foi essa unificação das polícias, resolveu-se fazer um seminário internacional antes de se fazer o relatório final da comissão, que vai ser agora em junho ou julho.”
Os integrantes da comissão conheceram as experiências de unificação das polícias na Alemanha, Itália, França, Estados Unidos, Canadá, Áustria, Chile e Colômbia.
Nos plenários da Câmara, a comissão fez várias audiências públicas. E realizou 15 seminários regionais: dois em São Paulo, um no Ceará, um no Piauí e onze em cidades de Minas Gerais.
Na grande maioria dos debates, houve divergências entre policiais civis e militares sobre a possibilidade de unificação. Moreira afirma que as maiores resistências estão entre os oficiais das polícias militares.
“Porque tem certas regalias, vamos dizer assim, na Polícia Militar. E eles querem entender que, sendo uma polícia única, vai acabar tudo, principalmente na Brigada Militar do Rio Grande do Sul, na Polícia Militar de São Paulo e na de Minas Gerais, que são as mais resistentes”, disse.
“Nas outras unidades, há uma certa compreensão de que tem que ter uma polícia única, uma carreira única, voltada principalmente para a segurança pública, ainda mais nesses anos tenebrosos em que vive o Brasil”, completou Moreira
O seminário internacional ouvirá especialistas da Alemanha, Áustria, França e Chile. O evento ocorrerá no auditório Nereu Ramos, das 9 às 18 horas.
Fonte: Agência Câmara
Durante o seminário, especialistas internacionais vão apresentar aos deputados os resultados colhidos com a atuação de uma polícia única na prevenção e investigação de crimes.
O presidente da comissão especial, deputado Delegado Edson Moreira (PR-MG), considera um “sucesso” a experiência dos outros países.
Ele destacou que o relator, deputado Vinícius Carvalho (PRB-SP), e integrantes do colegiado foram conhecer experiências internacionais.
“Países onde houve a unificação recente foram estudados e, vendo o sucesso que foi essa unificação das polícias, resolveu-se fazer um seminário internacional antes de se fazer o relatório final da comissão, que vai ser agora em junho ou julho.”
Os integrantes da comissão conheceram as experiências de unificação das polícias na Alemanha, Itália, França, Estados Unidos, Canadá, Áustria, Chile e Colômbia.
Nos plenários da Câmara, a comissão fez várias audiências públicas. E realizou 15 seminários regionais: dois em São Paulo, um no Ceará, um no Piauí e onze em cidades de Minas Gerais.
Na grande maioria dos debates, houve divergências entre policiais civis e militares sobre a possibilidade de unificação. Moreira afirma que as maiores resistências estão entre os oficiais das polícias militares.
“Porque tem certas regalias, vamos dizer assim, na Polícia Militar. E eles querem entender que, sendo uma polícia única, vai acabar tudo, principalmente na Brigada Militar do Rio Grande do Sul, na Polícia Militar de São Paulo e na de Minas Gerais, que são as mais resistentes”, disse.
“Nas outras unidades, há uma certa compreensão de que tem que ter uma polícia única, uma carreira única, voltada principalmente para a segurança pública, ainda mais nesses anos tenebrosos em que vive o Brasil”, completou Moreira
O seminário internacional ouvirá especialistas da Alemanha, Áustria, França e Chile. O evento ocorrerá no auditório Nereu Ramos, das 9 às 18 horas.
Fonte: Agência Câmara
RELATÓRIO DO PROJETO DE LEI QUE PREJUDICAVA OS MILITARES ESTADUAIS E DO DF FOI REJEITADO EM COMISSÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
A Comissão de Seguridade social e Família da Câmara dos Deputados discutiu e votou hoje (25/04/18) o PL 1208/2011 - do Senado Federal - Antonio Carlos Valadares - (PLS 385/2008) - que "altera o art. 5º da Lei nº 9.796, de 5 de maio de 1999, que dispõe sobre a compensação financeira entre o regime geral de previdência social e os regimes de previdência dos servidores da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, nos casos de contagem recíproca de tempo de contribuição para efeito de aposentadoria; e revoga o art. 12 da Lei nº 10.666, de 8 de maio de 2003". (Apensado: PL 6987/2013)
RELATOR: Deputado MANDETTA.
PARECER VENCEDOR: Parecer Vencedor, Dep. Mandetta (DEM-MS), pela rejeição do PL 1208/2011 e do PL 6987/2013, apensado.
Vista à Deputada Leandre, em 13/09/2017.
O Deputado Mandetta apresentou votos em separado.
RESULTADO:
Proferido o parecer.
Discutiram a Matéria: Dep. Laura Carneiro (DEM-RJ), Dep. Mandetta (DEM-MS), Dep. Subtenente Gonzaga (PDT-MG), Dep. Pepe Vargas (PT-RS), Dep. Flavinho (PSC-SP), Dep. Hiran Gonçalves (PP-RR), Dep. Capitão Augusto (PR-SP) e Dep. Jorge Solla (PT-BA).
Rejeitado o Parecer
Designado Relator do Vencedor, Dep. Mandetta (DEM-MS)
Parecer Vencedor, Dep. Mandetta (DEM-MS), pela rejeição do PL 1208/2011 e do PL 6987/2013, apensado.
Aprovado o Parecer Vencedor do Dep. Mandetta. O parecer do Relator, Dep. Jorge Solla, passou a constituir Voto em Separado.
Em resumo o relator Deputado Jorge Solla – PT BA, apresentou relatório incluindo os Militares Estaduais e do DF relatório o que os prejudicava.
Após um trabalho conjunto da entidades de Militares, especialmente da FENEME e do CNCG PM/BM, o relatório do Deputado Solla foi REJEITADO, sendo o voto em separado do Deputado Mandetta do DEM MS vencedor , retirando os militares mencionados do referido Projeto de Lei.
Fonte FENEME
RELATOR: Deputado MANDETTA.
PARECER VENCEDOR: Parecer Vencedor, Dep. Mandetta (DEM-MS), pela rejeição do PL 1208/2011 e do PL 6987/2013, apensado.
Vista à Deputada Leandre, em 13/09/2017.
O Deputado Mandetta apresentou votos em separado.
RESULTADO:
Proferido o parecer.
Discutiram a Matéria: Dep. Laura Carneiro (DEM-RJ), Dep. Mandetta (DEM-MS), Dep. Subtenente Gonzaga (PDT-MG), Dep. Pepe Vargas (PT-RS), Dep. Flavinho (PSC-SP), Dep. Hiran Gonçalves (PP-RR), Dep. Capitão Augusto (PR-SP) e Dep. Jorge Solla (PT-BA).
Rejeitado o Parecer
Designado Relator do Vencedor, Dep. Mandetta (DEM-MS)
Parecer Vencedor, Dep. Mandetta (DEM-MS), pela rejeição do PL 1208/2011 e do PL 6987/2013, apensado.
Aprovado o Parecer Vencedor do Dep. Mandetta. O parecer do Relator, Dep. Jorge Solla, passou a constituir Voto em Separado.
Em resumo o relator Deputado Jorge Solla – PT BA, apresentou relatório incluindo os Militares Estaduais e do DF relatório o que os prejudicava.
Após um trabalho conjunto da entidades de Militares, especialmente da FENEME e do CNCG PM/BM, o relatório do Deputado Solla foi REJEITADO, sendo o voto em separado do Deputado Mandetta do DEM MS vencedor , retirando os militares mencionados do referido Projeto de Lei.
Fonte FENEME
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