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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

10 dicas sobre o que esperar ao se casar com um Policial

Ser parte da família de um policial significa se envolver com alguém totalmente comprometido com seu trabalho. Não é uma vida que você sonha desde que era uma menininha, mas é uma vida que pode ser muito gratificante. Eu acredito que o coração da esposa de um policial é como um lar, um porto seguro contra as tensões e os males que eles enfrentam. Com sorte, existem algumas dicas e ideias que você pode complementar para criar a sua versão de um porto seguro!

10 dicas sobre o que esperar ao se casar com um Policial

1. Sempre que for a um restaurante tente sentar-se de forma que ele veja tudo e todos e de frente para a saída;

2. Sempre sentar na fileira de trás do cinema – não para dar amassos – mas para que ele possa ver a todos;

3. Por ser treinado a dirigir de determinada forma, se necessário ele também irá conduzir assim o seu carro particular, fazendo você segurar no “puta que pariu” do carro, enquanto você tenta pisar no pedal de freio imaginário;

4. Quando você escutar o barulho do velcro você sorri aliviada para si mesma porque sabe que seu marido conseguiu chegar bem em casa depois de um dia de trabalho;

5. Pensar antes de comprar uma camisa para ele pois, além de ter que ser bonita, terá que cobrir a arma;

6. Saber onde a arma está guardada e se está carregada;

7. Olhar seu telefone faltando 20 minutos para o término do serviço dele esperando a mensagem “vou me atrasar, tenho que preencher alguns documentos”;

8. No início, escutar o barulho de uma sirene irá te fazer prender a respiração e orar até conseguir ouvir a voz dele novamente;

9. Se você enviar mensagem ou ligar e ele não responder é porque esta ocupado. Mas se ele ligar ou enviar mensagem, melhor responder rápido, porque ele pensará em várias coisas ruins que possa ter acontecido à você e começará a te ligar várias vezes seguidas e enviar várias mensagens, e estará a caminho de casa para ver se está tudo bem;

10. Com o tempo nada mais vai te chocar quando se trata de alguma ocorrência mais complexa em que ele teve que atuar. Você pode apenas balançar a cabeça e dizer “sacanagem” sobre o que aconteceu. Diferente dos primeiros meses, quando você sempre dizia algo como: ”O quê? Oh meu Deus! Sério? Não acredito!! O que está acontecendo com esse mundo?”.

Depois de tudo isso, também tenho que te dizer que ser esposa de um policial é a melhor coisa do mundo. As conversas no jantar nunca são chatas. Ele fica lindo em seu uniforme. E você tem a certeza de que ele sempre te protegerá e protegerá sua comunidade.


Este artigo foi publicado originalmente por The Life of a Trooper Wife

Polícia ainda procura por bandidos que 'tocaram' o terror em Uberaba

Buscas foram feitas em toda a região do Triângulo mesmo durante a madrugada desta terça-feira (7)
A  Polícia Militar (PM) segue fazendo rastreamento na tentativa de localizar os cerca de 30 criminosos que assaltaram uma empresa de valores de Uberaba, no Triângulo Mineiro. Durante toda a madrugada desta terça-feira (7), militares de várias cidades fizeram buscas por toda a região. Além disso, uma  força-tarefa foi montada entre as polícias Militar, Civil e Federal e policiais de São Paulo, que também ajudam na caçada aos ladrões.
Nessa segunda (6), bandidos tocaram o terror em Uberaba, que é a segunda maior cidade do Triângulo Mineiro. Com fuzil que era capaz de derrubar até helicóptero, eles cercaram batalhão da Polícia Militar, incendiaram carros, fecharam ruas perto da área central do município.
Dinamites foram usadas para destruir o prédio onde estava a empresa Rodoban. O valor levado pelos bandidos ainda não foi divulgado.Durante o ataque, uma pessoa ficou ferida, vítima de bala perdida.
Os bandidos chegaram a espalhar pelas ruas miguelitos, dispositivo feito de pregos entrelaçados, e ainda amarraram correntes entre postes para impedir a passagem de viaturas. Além disso, eles chegaram a atirar contra transformadores de energia para deixar as regiões por onde passavam sem luz.
Vale destacar que, moradores informaram à polícia que alguns dos criminosos tinham sotaque paulista. Um dos seis carros usados na ação também teria sido furtado em São Paulo.
Aguarde mais informações
O Tempo

EXCLUSIVO: Os documentos do Exército sobre a expulsão de Bolsonaro da Escola de Oficiais após plano terrorista

Dos 11 inquéritos, ações penais, mandados de injunção e petições sobre o deputado federal Jair Bolsonaro que estão ou já passaram pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nenhum foi mais explosivo e preocupante para suas pretensões políticas do que o julgamento no dia 16 de junho de 1988 no Superior Tribunal Militar (STM).

Bolsonaro era acusado de transgressão grave ao Regulamento Disciplinar do Exército (RDE). Ele dera entrevista e publicou artigo na revista Veja, em 1986, com comentários nada amigáveis ao governo federal.

Também planejou ações terroristas. Iria explodir bombas em quartéis do Exército e outros locais do Rio de Janeiro, como na principal adutora de água da capital fluminense, para demonstrar insatisfação sobre índice de reajuste salarial do Exército.

Diz o relatório secreto do Centro de Inteligência do Exército (CIE), nº 394, de 1990, com 96 páginas, ao qual o DCM teve acesso, e que é publicado pela primeira vez (veja abaixo):

“Punido por ter elaborado e feito publicar, em uma revista semanal, de tiragem nacional, sem conhecimento e autorização de seus superiores, artigo em que tece comentários sobre a política de remuneração do pessoal civil e militar da União: ter abordado aspectos da política econômica e financeira fora de sua esfera de atribuição e sem possuir um nível de conhecimento global que lhe facultasse a correta análise; por ter sido indiscreto na abordagem de assuntos de caráter oficial, comprometendo a disciplina; por ter censurado a política governamental; por ter ferido a ética, gerando clima de inquietação no âmbito da OM (Organização Militar) e da Força e por ter contribuído para prejudicar o excelente conceito da tropa paraquedista no âmbito do Exército e da Nação (NR 63, 65, 66, 68 e 106 do anexo I, com agravantes do NR 2 e letra “C” NR 6 do artigo 18, tudo do RDE, fica preso por 15 (quinze) dias”.

O ato grave de indisciplina provocado por verborragia sua e de sua esposa, que falou à repórter da Veja sobre o plano de explodir bombas, culminou em 15 dias de cadeia para o então capitão. Mas só.

Sua carreira foi posta à prova no STM, a maior instância jurídica das Forças Armadas. Aconteceu no período inicial de redemocratização do Brasil, depois de 21 anos de ditadura. Poderia se tornar o maior problema da vida para Jair Bolsonaro.

Mas não foi.

O STM, por nove votos a quatro, considerou–o inocente, mesmo depois de uma comissão interna do Exército, chamada de Conselho de Justificação, tê-lo excluído do quadro da Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO), na zona norte do Rio de Janeiro, e também de o Conselho ter considerado que as explicações dadas não foram satisfatórias.

Em 1988, o general Sérgio de Ari Pires, ministro do STM, relator do processo contra Bolsonaro, concordou com o parecer do Conselho de Justificação e considerou o então capitão “não justificado”, ou seja, culpado.

No dia 16 de junho de 1988, o STM realizou reunião para julgar Bolsonaro e o inocentou. Ato diametralmente oposto ao que acontecia dentro do mesmo Tribunal quando do julgamento de ações envolvendo qualquer cidadão acusado de ser contra o regime militar; mesmo que essa pessoa tenha apenas escrito uma carta endereçada a seus colegas de profissão.

Anos depois desse episódio sobre os planos terroristas de Bolsonaro no STM, o próprio disse à imprensa que todo esse imbróglio jurídico interno da caserna apenas o ajudou a ganhar fama e se eleger.

“Eu nem pensava em entrar na política, mas isso me ajudou porque fiquei conhecido e então eu fui eleito no ano seguinte”, declarou para a imprensa em 2014. No ano de 1988, Bolsonaro foi eleito vereador no Rio de Janeiro com 11 062 votos, quando passou para a reserva não remunerada da corporação.

As declarações de Bolsonaro, à época, foram bem pesadas se comparadas com ações políticas de qualquer cidadão brasileiro comum, obrigado a se calar diante da recém acabada ditadura militar que oprimiu o Brasil por duas décadas.

“Como capitão do Exército brasileiro, da ativa, sou obrigado pela minha consciência a confessar que a tropa vive uma situação crítica no que se refere a vencimentos. Uma rápida passada de olhos na tabela de salários do contingente que inclui de terceiros-sargentos a capitães demonstra, por exemplo, que um capitão com oito a nove anos de permanência no posto recebe – incluindo soldo, quinquênio, habitação militar, indenização de tropa, representação e moradia, descontados o fundo de saúde e a pensão militar – exatos 10.433 cruzados por mês”, escreveu no artigo publicado pelo semanário em 3 de setembro de 1986.
Paralelamente, para pressionar o comando do Exército, Bolsonaro e outros militares planejaram explodir bombas em quartéis do Exército no Rio de Janeiro e outras localidades como a adutora de água Guandu, que abastece a cidade do Rio. Alguns dos alvos seriam a Vila Militar e a Academia de Agulhas Negras.

O plano seria acionado caso o governo concedesse aumentos salariais inferiores a 60%.

Batizado de “Beco sem Saída”, a ideia tinha o objetivo de deixar clara a insatisfação dos oficiais com o índice de reajuste salarial que seria anunciado em poucos dias pelo ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves.

Os atentados a bomba iriam ferir seriamente a autoridade do ministro e colocariam o Brasil em polvorosa.

Mas havia dois pesos e duas medidas. No mesmo ano de 1987, por exemplo, os trabalhadores da hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), realizaram uma manifestação reivindicando aumento salarial. Foram dispersados por tropas do Exército. Um trabalhador foi ferido pela repressão ao ato.

A economia brasileira estava em frangalhos. A inflação muito alta. Fracassou o Plano Cruzado, lançado pelo então presidente José Sarney. Havia muita insatisfação dentro dos quartéis devido à perda de poder aquisitivo e político que os militares gozavam.

“Serão apenas explosões pequenas, para assustar o ministro. Só o suficiente para o presidente José Sarney entender que o Leônidas não exerce nenhum controle sobre a tropa”, disse uma esposa de oficial à repórter da revista semanal que fez a matéria sobre o “Beco sem Saída”.

“Temos um ministro incompetente a até racista”, disse à época Bolsonaro. Seria usada TNT, a popular dinamite.

Apesar de ferir dois sustentáculos básicos da carreira militar, a disciplina e a hierarquia, e de ter sido punido inicialmente com 15 dias de prisão, Bolsonaro só ganhou reconhecimento desde então.

Na sua justificativa ao STM, ele disse que a matéria tinha como objetivo fazer vender a revista com publicação sobre assunto sensacionalista, e que não havia falado com a repórter.

O Conselho de Justificação do Exército reconheceu que Bolsonaro havia mentido, mesmo porque a revista publicou croqui desenhado pelo próprio punho de Bolsonaro sobre as bombas e locais onde seriam detonadas.

Por unanimidade, o Conselho considerou, em 19 de abril de 1988, que Bolsonaro era culpado e que fosse “declarada sua incompatibilidade para o oficialato e consequente perda do posto e patente, nos termos do artigo 16, inciso I da lei nº 5836/72”.

Fatos esses desconsiderados no julgamento do STM, assim como a ameaça de morte feita pelo réu à repórter da revista, durante seu depoimento.

Bolsonaro foi considerado “não culpado” por nove a quatro. Em 1990, chegou a ter entrada proibida nas instalações das Organizações Militares. Proibição suspensa posteriormente.

Desde então só fez crescer sua atuação política. Foi eleito vereador no município do Rio com votos de militares e seus familiares; e chegou a deputado federal, cargo que ocupa há 26 anos.

Agora é pré-candidato à Presidência da República e percorre o Brasil em campanha arcada pelo agronegócio, pela indústria bélica e pela cota parlamentar.

Possui mais de 4,4 milhões de seguidores em sua página oficial na internet e ganha destaque com polêmicas nas redes sociais e brigas no Parlamento, ocasiões em que destila seu preconceito, homofobia, ultra-conservadorismo e ignorância.

O comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, disse em entrevista à Folha de S.Paulo que “é a população quem vai julgar partidos e os candidatos, devendo, para tanto, conhecer os projetos e ideias de cada um. Destaco que o Exército, como instituição permanente, serve ao Estado e não a pessoas, estando acima de interesses partidários e de anseios pessoais”.

Já Bolsonaro continua usando o Exército como trampolim.

“A partir desta data, na reserva não remunerada, inicia um intenso trabalho como defensor dos interesses da classe militar, sem que para isso tenha representatividade ou delegação, arguindo, contrapondo e acusando de forma descabida autoridades constituídas nos mais diversos níveis”, aponta o relatório secreto do CIE no item 14, página 2, informação nº 394, de 27 de julho de 1990.

Tão antigo e tão presente.



segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Casa de comandante da PMMG é atacada na madrugada desta terça

Segundo a PM, por volta das 4h da madrugada, suspeitos, não identificados, efetuaram seis disparos de arma de fogo contra a casa da vítima no Caiçara
A casa do coronel e comandante do Policiamento Especializado da Polícia Militar (CPE) em Belo Horizonte, foi atacada na madrugada desta terça-feira (31).  A residência fica no bairro Caiçara, região Noroeste de Belo Horizonte. Segundo a Polícia Militar (PM), por volta das 4 horas da madrugada, suspeitos, não identificados, efetuaram seis disparos de arma de fogo contra a casa da vítima.
“Nenhuma pessoa foi atingida e os projéteis acertaram apenas estruturas da residência. Levantamentos preliminares já nos direcionam à suposta autoria da ação, e não há indicativos que qualquer relação com os episódios ocorridos do sistema penitenciário. Todos os esforços estão mantidos para o enfrentamento à criminalidade e defesa da sociedade em Minas Gerais, e não seremos tolerantes com nenhuma ação praticada contra encarregados da aplicação da lei”, informou a polícia por meio de nota.
A empregada doméstica que trabalha na casa do coronel atendeu a equipe do jornal O TEMPO  e disse que todos estão abalados. “Meu patrão não vai falar nada, mas estamos abalados e assustados. Graças a Deus estamos todos bem e é só isso que temos a dizer”, disse. Em meio as grades do portão da casa do Coronel é possível ver marcas de tiros no vidro da porta.
A dona de casa de 55 anos, vizinha do coronel, que pediu para não ser identificada, estava na porta de casa dela quando nossa equipe chegou no local, ela disse que está em oração pela família dele.  "Eu ouvi os disparos, fiquei muito assustada, mas para mim era confusão na rua, só de manhã que soube que era um atentado contra o coronel. Estou orando por eles, ninguém merece passar por isso”, disse.
Na padaria, próximo à casa, uma atendente de 22 anos que também pediu anonimato informou que soube do tiroteio quando chegou para trabalhar nesta terça pela manhã. “A rua estava cheia de curiosos e polícia, levei um susto, conheço o coronel e a família dele, fiquei assustada. Espero que isso não se repita”, disse. Ela conta que a padaria ja foi alvo de assaltos, mas considera o bairro tranquilo. “Ja presenciei assaltos aqui, mas nada de grande porte, o que aconteceu hoje deixou todo mundo assustado”, disse.
Enquanto a reportagem de O TEMPO esteve no local, pelo menos duas motocicletas da Polícia Militar passaram pela região fazendo o patrulhamento.
O Tempo

CABO JÚLIO FALA SOBRE SUPOSTA TENTATIVA DE MUDAR A PREVIDÊNCIA DOS MILITARES DE MINAS

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Servidores podem ficar sem o 13º

Cerca de 1,5 milhão de servidores estaduais correm o risco de não receber o 13º salário até o fim do ano. Em situação fiscal delicada, os Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Minas Gerais já enfrentam dificuldades mensalmente para levantar recursos para arcar com a folha de pagamento e seus funcionários devem penar para receber o salário extra. No Piauí, os servidores públicos já receberam 50% do 13.º, mas o governo ainda não sabe como fazer para pagar a segunda parcela.

No Rio Grande do Sul, será o terceiro ano consecutivo em que os funcionários não receberão no prazo. O 13º de 2015 foi pago aos trabalhadores apenas em junho do ano seguinte, com correção de 13,67% - o valor médio cobrado por empréstimos bancários tomados pelos servidores à época. O salário extra do ano passado foi parcelado em dez vezes e, agora, não há definição em relação ao de 2017. "Não temos nenhuma previsão (de quando o pagamento será feito)", disse o secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul, Giovani Feltes.

De acordo com ele, o 13.º dos servidores depende da recuperação da economia do Estado - que permitirá uma arrecadação maior -, da operação de venda de ações do Banrisul e da assinatura do regime de recuperação fiscal com o governo federal.

"Esperamos fechar com o governo e concluir a operação do Banrisul em dezembro. Disso depende não só o pagamento (do salário extra), mas todo o Rio Grande do Sul." No Estado, há quase dois anos, o salário mensal dos 342 mil funcionários, aposentados e pensionistas é pago com atraso - de duas semanas, em média. A folha de pagamento soma cerca de R$ 1,4 bilhão, mas R$ 800 milhões costumam faltar todos os meses.

No Rio de Janeiro, que fechou acordo de recuperação fiscal com o governo federal em setembro, as perspectivas também são bastante ruins para os servidores públicos: quase metade dos 470 mil trabalhadores ainda não receberam nem o 13.º do ano passado, e 15 mil deles não viram o pagamento de agosto. Com uma folha mensal de R$ 1,7 bilhão, o Estado aguarda empréstimo de R$ 2,9 bilhões - que faz parte do pacote de resgate financeiro - para pagar os trabalhadores, informou, em nota, a Secretaria da Fazenda.

Com 99 mil servidores e uma folha de R$ 365 milhões, o Piauí já pagou aproximadamente R$ 180 milhões em 13.º salário neste ano - os funcionários recebem a primeira parcela no mês de aniversário. Para quitar o restante, porém, ainda não há recursos disponíveis. "Estamos pagando só as despesas essenciais para tentarmos cumprir o prazo (de pagamento), que é 20 de dezembro", diz o superintendente do Tesouro, Emílio Júnior.

Todos os anos, o Estado precisa levantar recursos extraordinários para arcar com o salário extra, de acordo com Júnior. Neste ano, o governo espera levantar recursos com o Refis, que permitirá que os contribuintes parcelem suas dívidas. "Essa é a luz no fim do túnel", acrescenta.

Sem previsão

Em Minas Gerais e Rio Grande do Norte, que também integram a lista de Estados em situação fiscal complicada, os governos têm pago, desde 2016, os trabalhadores de forma escalonada: primeiro recebem os que têm salários mais baixos e, conforme entram recursos, os demais. A Secretaria de Fazenda de Minas informou que não há definição sobre o pagamento do 13.º. Já a secretaria do Rio Grande do Norte afirmou que pretende pagar o salário ainda em dezembro.

Para a economista Ana Carla Abrão Costa, que foi secretária da Fazenda de Goiás no governo de Marconi Perillo (PSDB), é natural que os Estados tenham dificuldade para pagar o 13.º, pois a maioria deles compromete mais de 60% das receitas com salários. "A despesa com folha de pagamentos está fora da lei (superando o limite de 60% da arrecadação), e a receita dos Estados não tem 13.º", destaca.

Ana Carla afirma que os Estados que pagam o salário extra ao longo do ano - no mês de aniversário de cada servidor, por exemplo - acabam diluindo a despesa e costumam ter menos problemas em dezembro. A situação fiscal dos Estados, acrescenta, piorou a partir de 2011, quando eles aceleraram o endividamento, e se agravou ainda mais com a crise econômica, que reduziu a arrecadação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Troca de tiros intensa em Uberaba nesse momento! Informações preliminares a confirmar são conta de que varios bandidos armados de fuzis atacaram a rodobam, 4° BPM foi cercado e se encontra situado! Viaturas do GER e TM Uberlândia deslocando em apoio. obrigada pelas informações Israel Buzati