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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Mais uma parceria para o associado


O presidente da AMT PMBM – Sgt Robledo Manoel dos Santos, acompanhado do diretor secretário CB Aquiles Ricardo, estiveram visitando e conhecendo as instalações da Soberana Administradora de Condomínios situada à Av. Belo Horizonte 433 no bairro Martins, eleita uma das melhores do Brasil.

Recebidos pelo diretor proprietário, o advogado Davi Pena, eles puderam conhecer os serviços oferecidos e toda a estrutura organizacional à disposição do cliente, gerando assim uma excelência no atendimento.

“Ficamos muito satisfeitos com esse convite, pois temos certeza de que iremos fazer uma grande parceria, oferecendo aos nossos associados uma opção no que diz respeito à contratação desses serviços, eleitos por instituições credenciais como a melhor do nosso Estado e uma das melhores do país” afirmou o Sgt Robledo.


Renato Cury

Assessor de Comunicação

2ª Reunião Administrativa da AMT PMBM


O presidente da AMT PMBM, Sgt Robledo Manoel dos Santos, organizou nesta semana, a 2ª Reunião Administrativa da entidade, acompanhado do Diretor Financeiro – Sgt Cleiber Bragança e dos profissionais Gênio Lopes - contador, Márcia Cristina e Jefferson Oliveira - administrativos, Neire Aparecida – secretária, Teresinha Maria – serviços gerais e Renato Cury – assessor de comunicação.

O Sgt Robledo está promovendo a Reforma Administrativa prevista em seu plano de campanha com a finalidade maximizar o fluxo de informações e atendimento ao associado, fomentar e trazer mais convênios, diminuir o tempo de resposta entre o depto jurídico e o associado, dinamizar os mecanismos de comunicação com a finalidade de aumentar o número de associados, fortalecendo assim a própria instituição perante os órgãos competentes e assim reivindicar com mais poder de autonomia e respeito.




Segundo o presidente da AMT, Sgt Robledo “nossa instituição está se modernizando administrativamente, implantando novos conceitos e rotinas de trabalho, com a finalidade de poder atender o associado com mais rapidez e presteza. Reformulamos nosso site em cujo endereço www.amtpmbm.org está nos proporcionando um meio mais eficaz na propagação de notícias, prestação de contas e ações locais pertinentes ao nosso meio, bem como trazendo para nossos quadros de associados, colegas de outras cidades, que usaram este instrumento para se comunicar e filiar.“

“Estamos criando condições para que, tanto nossa diretoria, como estes profissionais  possam estar aptos e competentemente habilitados, na busca de melhores condições na EXCELÊNCIA do atendimento ao associado, nossa principal missão, e ainda neste mês anunciaremos os novos convênios que irão proporcionar maior economia e  comodidade em diversos segmentos” afirmou o presidente Robledo.


Sgt Robledo Manoel dos Santos
Presidente da AMT PMBM


Renato Cury Gentilini – Mtb 07547JPMG
Jornalista – Assessor de Comunicação


segunda-feira, 6 de junho de 2016

Janot pede ao Supremo prosseguimento de investigações contra Aécio.


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PGR pede prosseguimento de investigação contra Aécio Neves por eventuais crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Para a Procuradoria-Geral da República, a conveniência de se dar prosseguimento ou não na investigação de autoridade com prerrogativa de foro no Supremo Tribunal Federal, depois de formalmente instaurado o inquérito com autorização da própria corte, é ato privativo do procurador-geral da República. Ao Judiciário, cabe o controle da legalidade dos atos de coleta de elementos de prova, mas sem interferência na formação da opinião sobre a ocorrência de eventual delito.
Com esse entendimento, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou nesta terça-feira (31/5) ao STF manifestaçãopedindo prosseguimento das investigações contra o senador Aécio Neves pelos eventuais crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro relacionados ao caso de Furnas, subsidiária da Eletrobras. O ministro Gilmar Mendes é relator do caso
Janot alega que juntou ao pedido diversas provas novas, que não se limitam ao depoimento do colaborador Delcídio do Amaral, ex-senador que teve mandato cassado. Para o PGR, diante dos “novos e objetivos” elementos, o caso merece nova e mais aprofundada avaliação.
Depois de formalmente instaurado inquérito para a apuração dos fatos e da manifestação “espontânea” do investigado, diz a PGR, o relator do caso, ministro Gilmar Mendes, suspendeu o cumprimento das diligências determinadas e determinou o retorno dos autos à Procuradoria-Geral da República. Na ocasião, o ministro afirmou que as informações prestadas pelo senador “podem demonstrar” que o inquérito foi aberto sem novas provas que o justifiquem.
Janot alega a total inaplicabilidade da Súmula 524 do STF ao caso. Segundo o enunciado da súmula, arquivado o inquérito policial, por despacho do juiz, a requerimento do promotor de Justiça, não pode a ação penal ser iniciada, sem novas provas. Para Janot, além de se estar no âmbito, ainda, de investigações, e não de formalização de denúncia, o MP, diferente do que diz a defesa de Aécio, trouxe aos autos novas provas.
Para Janot, a suspensão do cumprimento das diligências já autorizadas equivale à suspensão do curso das investigações, afetando os trabalhos do órgão acusador, em “incontornável” violação ao princípio acusatório consagrado pela Constituição.
“Ao assim agir, o Poder Judiciário estará despindo-se de sua necessária imparcialidade e usurpando uma atribuição própria do Ministério Público, sujeito processual a quem toca promover a ação penal e, antes disso, munir-se do substrato probatório que o autorize a exercer, responsavelmente, seumunus”, diz Janot.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Modelo federativo dos EUA é refletido na segurança pública.


A missão de recriar um novo modelo de segurança pública no Brasil obriga-nos conhecer outros sistemas policiais mundo a fora. Nesse sentido, sendo o regime policial norte-americano sabidamente um dos mais eficazes, passamos a fazer considerações sobre tal estrutura. Construir um novo modelo de polícia, lastreado, sobretudo, na defesa das garantias individuais e coletivas, certamente contribuirá para que a ainda pueril democracia brasileira alcance a sua maturidade.
O sistema policial adotado em nosso país é diferente em relação à maioria dos modelos de segurança pública. Tentamos localizar, sem sucesso, a figura do Delegado de Polícia ou do Escrivão de Polícia em outras nações. Também não encontramos países onde um policial (delegado de polícia) possui poderes similares aos de representantes do Ministério Público ou mesmo dos Juízes de Instrução onde o sistema do juizado de instrução vigora. Na maioria dos países, as polícias não exercem atividades cartorárias ou de cunho jurídico-processual, mas apenas funções investigativas ou voltadas à prevenção e à repressão delitivas.

leia mais em nosso site

www.amtpmbm.org



segunda-feira, 23 de maio de 2016

“Estamos caminhando para um Estado policial”


“Estamos caminhando para um Estado policial”


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Marcelo Neves: jurista foi um dos vários que fez parecer contrário ao pedido de impeachment.
Jurista afirma que, com Alexandre de Moraes no Ministério da Justiça, repressão deve ganhar força no governo Michel Temer
“Eu não diria que foram manifestações. Foram atos que não configuram uma manifestação porque não tinham nada a pleitear. Eles agiram como atos de guerrilha.” Desta forma o então secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, reagiu aos protestos contra o impeachment de Dilma Rousseff, que no dia 10 de maio bloquearam vias importantes de São Paulo.
Na segunda-feira 16, recém-empossado ministro da Justiça e Cidadania do governo do presidente interino Michel Temer (PMDB), Moraes disse à Folha de S.Paulo que nenhum direito é “absoluto”. Com a mudança de governo, a pasta da Justiça passou a incorporar as atribuições do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial, Juventude e Direitos Humanos.  Em entrevista a CartaCapital, o jurista Marcelo Neves, professor titular de Direito Público da Universidade de Brasília e doutor em Direito pela Universidade de Bremen (Alemanha), afirma que a fusão das pastas e a nomeação de Moraes indicam que os setores ligados às minorias e aos direitos serão fragilizados, ao passo que a repressão policial deve ganhar força.